3.10.11



















































































Para o verdadeiro sucesso, se faça essas quatro perguntas: Por quê? Por quê não? Por quê não eu? Por quê não agora?




I LOVE JIU-JITSU - O domingo foi dia de Jiu-jitsu. Uma maratona de lutas que começou às nove da manhã e só acabou às dez da noite. A maratona aconteceu no estádio da AABB, na Lagoa. No centro do estádio, em cinco diferentes tatames, lutadores de várias gerações e diferentes pesos disputavam as medalhas. Começou com os mais jovens e no final do evento foi a vez dos mais velhos.

A 1ª Copa Armory de Jiu-jitsu foi uma produção do veterano lutador Marcel Ferreira. Com disposição e profissionalismo, ele organizou um evento impecável. E eu fiquei muito feliz de vê-lo ali, cuidando da organização, coordenando as lutas, resolvendo tudo o que tinha a ser resolvido.

Adoro meus amigos e gosto de vê-los brilhando, fazendo sucesso.

Durante muitos anos a família Gracie promoveu o badalado Campeonato Carioca de Jiu-jitsu, no Tijuca Tênis Clube. Todo ano acontecia uma incrível maratona de lutas no clube da Tijuca. Só que eles transferiram o campeonato para a Califórnia, graças aos bons patrocinadores americanos. E o Rio de Janeiro ficou órfão desse magnífico evento que agora Marcel Ferreira com garra e profissionalismo ressuscitou.

Foi uma maratona de raça, força, sangue, suor e lágrimas. Atletas dedicados levando às últimas conseqüências sua paixão pelo esporte. Eu a tudo observava com paixão e interesse. Nos corredores do estádio os preparativos para o combate. Os treinadores dando as últimas dicas, sugerindo golpes e técnicas de lutas. E havia também os lutadores solitários. Aqueles que ficam sozinhos num canto, se concentrando mentalmente...

Algumas lutas foram verdadeiros épicos, cheias de reviravoltas e emoção. Muitos lutadores tinham torcidas organizadas de suas academias, que ficavam gritando e dando dicas para os colegas. E depois de muito suor e respiração ofegante sempre havia o que ganhava e o que perdia. E sempre rolava muita emoção de ambos os lados. E muitas vezes a emoção chegava às lagrimas que se misturavam ao suor. E eu conseguia perceber a beleza das lágrimas escorrendo de rostos tão másculos...

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