26.6.15
























O SOL É PARA TODOS - Muito bacana a campanha do Facebook em apoio a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, que aprovou o casamento gay em todo o território nacional. E isso é o início de uma revolução cultural. Num momento em que o mundo parece estar dando apenas passos para trás, a decisão nos dá a sensação que a humanidade deu um passo para frente.

Diga não ao terrorismo! E viva a bandeira do arco-íris...

Muito bacana o apoio da galera dos associados do Facebook. Escolhi para ilustrar meu blog algumas personalidades que admiro e que deram seu apoio ao projeto por um mundo mais civilizado. Do alto para baixo: Erica Palomino, Marilia Cunha, Patricia Kogut, Maria Cláudia Oliveira com Gabriela, Francisco Rezende, Cora Rónai, Marcos Bernstein e Carla Daniel.

 

24.6.15



PROFISSÃO DJ - Nick Deboni só pensa em música. Dedica seu tempo disponível a produzir música eletrônica. Gosta de compor suas próprias canções, mas também curte produzir remixes de outros artistas. Atualmente está trabalhando numa versão para as pistas de dança da música Devil Prayer, uma balada romântica do CD Rebel Heart, o último da Madonna. Suas músicas mais populares estão disponíveis no SOUNDCLOUD, uma plataforma de áudio muito popular entre profissionais de música, com sede em Berlim. É lá que se pode ouvir músicas como Monster, o tema de tons épicos que Deboni produziu para o lutador Rick Monstro entrar no octógono, no UFC 183 e que virou hit entre os praticantes de artes marciais. 

Atualmente passando uma temporada em Miami, Nick Deboni projeta novas estratégias para sua carreira. Compõe novas canções, com uma levada mais pop, com o objetivo de incrementar as pistas de dança. E faz exaustivas aulas de canto, para que sua voz esteja preparada para encarar os embalos de seus arranjos. Nick Deboni enxerga longe e não quer ser apenas um DJ, mas sim um artista completo que produz sua própria música, canta, dança e representa.

 



Quis escrever músicas que fizessem as pessoas sentirem-se bem. Música que ajuda e cura, porque eu acredito que a música é a voz de Deus. 







Entre as graças que devemos à bondade de Deus, uma das maiores é a música. A música é tal qual como a recebemos: numa alma pura, qualquer música suscita sentimentos de pureza. 







Não sou eu. São as músicas. Eu sou só o carteiro. Eu entrego as músicas.










O segredo da existência humana reside não só em viver mas também em saber para que se vive.



O SUCESSO DO MOMENTO - Nic Pizzolatto é o cérebro por trás do seriado True Detective, sucesso na TV por conta de sua narrativa inteligente e o charme de seus personagens. Pizzolatto é o autor da história, roteirista e um dos produtores do seriado. E até já fez um pequeno papel como ator.

O repercussão do seu seriado fez com que fosse convidado para escrever o roteiro da nova versão de "Sete homens e um destino", um clássico entre os velhos filmes de faroeste, inspirado numa produção do cineasta japonês Akira Kurosawa, "Os sete Samurais". Denzel Washington e Ethan Hawke fazem parte do elenco.

Já que se tornou popular entre o público dos seriados da TV por assinatura, a Editora Intríseca resolveu lançar no Brasil o único romance de Nic Pizzolatto, Galveston, publicado na América em 2010. Galveston é o nome de uma cidade do estado do Texas, onde vive Roy Cody, um matador de aluguel que é forçado a rever seu estilo de vida quando descobre que está com um câncer no pulmão. E, como notícia ruim nunca chega sozinha, sua namorada, por quem nutre uma singela paixão, revolve abandoná-lo para viver com um mafioso que costuma solicitar seus serviços de matador. Como não quer maiores problemas com seu "prestador de serviços", o mafioso apronta uma cilada para Roy, com a intenção de fazer com que ele vá prestar serviços no outro mundo. Acontece que Roy consegue escapar da cilada com vida e muita sede de vingança. 

O livro tem o mesmo clima de True Detective, denunciando que o "noir existencialista" é mesmo o universo ficcional de Nic Pizzolatto, autor que começou sua carreira escrevendo contos policiais, os chamados "pulp fiction". Ele tem vocação, talento e uma boa escrita.







O homem é o único animal cuja existência é um problema que ele têm que resolver.



NÚMERO ZERO - Um grupo de redatores, reunido ao acaso, prepara um jornal. Não se trata de um jornal informativo; seu objetivo é chantagear, difamar, prestar serviços duvidosos a seu editor. Um redator paranoico, vagando por uma Milão alucinada (ou alucinado numa Milão normal), reconstitui cinquenta anos de história sobre um cenário diabólico, que gira em torno do cadáver putrefato de um pseudo-Mussolini. Nas sombras, a Gladio, a loja maçônica P2, o assassinato do papa João Paulo I, o golpe de Estado de Junio Valerio Borghese, a CIA, os terroristas vermelhos manobrados pelos serviços secretos, vinte anos de atentados e cortinas de fumaça. Um conjunto de fatos inexplicáveis que parecem inventados, até um documentário da BBC mostrar que são verídicos, ou que pelo menos estão sendo confessados por seus autores. 

Essa é a trama do novo livro do escritor Umberto Eco, que a Editora Record mandou para as livrarias no último fim de semana. Uma história sombria sobre o jornalismo e suas implicações, muitas vezes nebulosas, com o lado sórdido e corrupto do poder.

O romance de Eco é um perfeito manual do mau jornalismo que o leitor percorre sem saber se foi inventado ou simplesmente gravado ao vivo. Uma história que se passa em 1992, na qual se prefiguram tantos mistérios e tantas loucuras dos vinte anos seguintes. Uma aventura amarga e grotesca que se desenrola na Europa do fim da Segunda Guerra até os dias de hoje.



21.6.15





NÃO CALAR - Há uma regra fundamental quando se vive como nós estamos a viver – em sociedade, porque somos uns animais gregários – que é simplesmente não calar. Não calar! Que isso possa custar em comunidades várias a perda de emprego ou más interpretações já o sabemos, mas também não estamos aqui para agradar a toda a gente. Primeiro, porque é impossível, e segundo, porque se a consciência nos diz que o caminho é este então sigamo-lo e quanto às consequências logo veremos. (José Saramago)

15.6.15



A arte é tão difícil quanto o amor. (Glauber Rocha)


BRASIL: AME-O OU DEIXE-O - O jornalista e cineasta Geneton Moraes Neto está lançando seu novo filme "Cordilheiras no Mar" no Festival de Cinema do Ceará. O filme também vai ser exibido na próxima edição do Festival do Rio, que acontece em outubro. "Cordilheiras no Mar" é um filme sobre Glauber Rocha. Mas não é um filme sobre o cinema do diretor brasileiro. É um filme sobre a política no Brasil no tempo de Glauber. Nos tempos do início da abertura política, Glauber teve uma atitude que causou polêmica entre a esquerda brasileira. Ele apoiou publicamente o projeto de abertura política proposto pelo então presidente da república General Ernesto Geisel. Os radicais de esquerda ficaram furiosos e, a partir desse momento, o discurso político de Glauber se tornou essencial para a transição do governo militar para um governo civil.

Inteligente e perspicaz, Geneton concentra o seu filme nesse momento histórico da vida brasileira. Semanas atrás encontrei o diretor na Livraria da Travessa do Leblon e ele estava muito entusiasmado com o filme. "Eu chamei o filho do Glauber para fazer o papel do pai dele no filme. Ficou sensacional. O filho é a cara do pai", me disse Geneton. E não é o Erik Rocha, o filho cineasta. É outro filho do Glauber que pouca gente conhece e que nunca foi ligado em cinema, artes ou polêmicas. 

O filme também tem depoimentos que foram feitos na época da abertura política. Geneton tinha até esquecido de algumas coisas. Mas, fazendo uma pesquisa em imagens antigas, descobriu depoimentos que tinha filmado na época da abertura e resolveu usar no filme. Depoimentos inéditos de personagens como Miguel Arraes e Francisco Julião e também de João Paulo dos Reis Veloso, Caetano, Jaguar, Gabeira, Fagner, Cacá Diegues e muitos outros.

Geneton Moraes Neto é um cineasta de mão cheia. Quando a gente morava em Recife, ainda adolescentes, ele já fazia filmes em Super 8 que costumavam lotar o cineclube local. Ainda muito jovem era um ídolo para a turma da sua geração, estudantes de Comunicação Social da Universidade Católica de Pernambuco. Mas, assim como cineasta, sempre foi um jornalista de vocação e talento. Menino de calças curtas já era colunista do suplemento infantil do Diário de Pernambuco, que se chamava Júnior. Nos dias de hoje "Júnior" é o nome de uma famosa revista gay. Outros tempos, outras histórias...


A paciência é uma virtude, exceto quando se trata de se livrar dos inconvenientes.


QUEM MATOU MARGARET THATCHER? - A escritora britânica Hilary Mantel nunca se conformou que Margaret Thatcher tenha morrido de derrame aos 87 anos, no ano de 2013. Acredita que foi uma morte banal e sem glamour para alguém que teve tanta influência na política internacional da segunda metade do século 20. Aos olhos da escritora, a dama de ferro, como Thatcher era conhecida por suas posições inflexíveis, merecia uma morte mais bem elaborada. Algo mais dramático e radical, para coroar uma vida que tanto interferiu na vida e nos destinos dos cidadãos britânicos. Sendo assim, movida por aquela fantasia de todo escritor de querer escrever a vida real, Hilary Mantel teve a ideia de conceder uma nova morte para Thatcher. Uma morte mais dramática, mais glamorosa, mais literária. Uma morte por assassinato.

Hilary Mantel nunca foi fã de Margaret Thatcher. Na verdade ela nunca suportou a dama de ferro, que considerava uma arrivista arrogante que vivia colocando a Grã-Bretanha em situações difíceis. E o que um escritor faz quando detesta uma pessoa? Escreve sobre ela. Muitas vezes colocando essa pessoa num personagem fictício. Mas Hillary Mantel acreditou que isso era ser boazinha demais com aquela bruxa que foi primeira ministra do seu país. E decidiu escrever um conto em que Thatcher tem o fim que realmente merecia: um assassinato. E esse é o enredo do conto "O assassinato de Margaret Thatcher", que faz parte da coletânea de histórias curtas de Hilary Mantel que a editora Record está mandando para as livrarias.

Uma das delicias de ser escritor é que a gente pode se vingar das pessoas apenas escrevendo sobre elas. Através da literatura podemos ser duros,  crueis e infames. Se algum vizinho é um cretino, insuportável ou canalha, nós escrevemos sobre. De forma sutil, ou de forma ostensiva. Como Hilary Mantel detestava mesmo Margaret Thatcher resolveu escrever sobre ela de forma clara e ostensiva. Mais do que isso. Decidiu matá-la. Nem que fosse na literatura.

No conto que dá titulo ao livro a Grã-Bretanha vive um momento conturbado na política externa e, também internamente, com cerca de 3 milhões de desempregados graças ao estilo da primeira-ministra. Dentro desse contexto Margaret precisa fazer uma pequena cirurgia ocular num clínica de prestígio. Uma mulher que mora num prédio da região, cuja janela da sala tem uma visão privilegiada da parte interna da clínica onde a dama de ferro vai fazer o procedimento, solicitou, naquele dia, um encanador para consertar um vazamento no banheiro. E quando o operário chega ao seu apartamento ela percebe que ele é jovem e charmoso demais para ser um encanador. E quando o sujeito abre a sua caixa de ferramentas, o que surge de lá é um rifle desmontável. 

Esse é só o começo da apaixonante história de Hilary Mantel.

O livro é composto por dez contos  que transitam entre os gêneros policial, suspense e terror. Mas que, na verdade, narram crônicas sobre personagens visivelmente capturados do mundo real. Certamente alguma vizinha antipática da escritora, ou o zelador pilantra do prédio onde mora, ou o gerente do banco onde ela tem conta. Personagens da vida real, que ela coloca no contexto do seu mundo ficcional e constroi histórias mirabolantes para deleite de seus leitores.  Eu recomendo...

        


13.6.15




CENA MUDA - Foi um prazer imenso assistir a homenagem aos 50 anos de carreira de Maria Bethânia, no Teatro Municipal. Sou fã de Bethânia desde sempre. E sempre fiz questão de acompanhar sua carreira, pois sempre a admirei como artista, como cantora e como personalidade. E ali, vendo ela ser homenageada, me sentia tão perto, tão familiarizado com ela e com os fatos de sua vida, que era como se ela fosse uma pessoa da minha família. Uma pessoa por quem tenho imenso carinho e admiração. 

O show teve atrações muito especiais, além da própria Bethânia: Nana Caymmi, Alcione, Johnny Hooker, Zélia Duncan, Dira Paes, Caetano Veloso. Mas o que eu mais gostei foi ver a Renata Sorrah recitando um dos textos do show Rosa dos Ventos. E também o abraço apertado delas duas no final do show.

"Eu fui obrigada a conhecer o avesso do mundo. Pra sobreviver a dor de não entender o que tinha acontecido, à dor de te perder, tudo. Eu tive que nascer pra vida da cidade. Não a vida social, mas a vida da cidade e de seus cantos esquecidos. O lixo do lixo. Eu me perdia pela cidade, anônima, e esse anonimato era um vício. Eu não ter meu nome me absolvia de tudo. Eu me embebedava do desejo cego por qualquer um... E assim, eu me iniciei na solidão coletiva dos que não têm nada a perder. Mas, talvez, eu tenha até mais que os outros a tentação de corresponder ao bem. Uma tentação tão grande e absoluta, um desejo de corresponder de forma tão total, que paradoxalmente me tornou e me torna escrava cega de minha escuridão. E quando essa escuridão me possui, eu até a confundo com uma espécie de bem-aventurança." 

(Texto de Fauzi Arap, para o show Pássaro da Manhã, de Maria Bethânia, que agora completa 

50 anos de carreira.)


8.6.15










Há três acontecimentos na existência humana: nascimento, vida e morte. Nascemos sem saber, morremos sem querer e esquecemos de viver.


OS REIS DO IÊ IÊ IÊ - Em 1966, Hunter Davies era um jornalista interessado em saber mais profundamente sobre a história dos Beatles. Já havia entrevistado os rapazes e lido os poucos livros publicados sobre o quarteto, mas ninguém ainda havia passado muito tempo com eles ou ido além das perguntas óbvias sobre a fama e o sucesso. A ideia de escrever um livro definitivo sobre a banda do momento parecia perfeita e, surpreendentemente, eles toparam. Brian Epstein, o empresário, não apenas concordou com a empreitada como ainda garantiu: depois que o livro saísse, durante dois anos os Beatles não falariam com mais ninguém além de Davies. “The Beatles” foi publicado em 1968 e, como se sabe, em 1970 a banda não existia mais, tornando seu livro a única biografia autorizada de um dos grupos musicais mais influentes da história.

Durante 18 meses entre 1967 e 1968, Davies acompanhou John Lennon, Paul McCartney, Ringo Starr e George Harrison em shows, gravações, turnês e em momentos particulares, em casa, com suas famílias. Reuniu fotos raras, entrevistou pais, esposas e amigos dos músicos, documentou a infância e a vida pré-Beatles dos quatro, e contou a história do The Quarrymen, banda formada por John que serviu como espécie de base para o grupo.

Depois de seu primeiro lançamento, em 1968, a biografia só cresceu à medida que a importância da banda para a história da música se confirmava. Hoje, os papéis rabiscados que Davies catava no chão dos estúdios Abbey Road para incluir no livro valem milhões; o escritor acredita que cerca de 5 mil pessoas ao redor do mundo vivam do legado dos Beatles: sejam escritores, pesquisadores, acadêmicos, artistas, vendedores de souvenirs ou funcionários da indústria do turismo e de museus.

Para atualizar a história, Davies revisitou seu texto para esta nova edição, que está sendo lançada no Brasil pela Editora Record. Ele não mudou o que escreveu na década de 1960: “Se tivesse que me manter atualizado com todas as revelações subsequentes eu precisaria reeditar esse livro todo ano. Trata-se de um registro acurado, mais ou menos, do que eles acreditavam na época”, diz. Mas adicionou um prólogo com material novo, uma reflexão sobre a história dos integrantes após o fim da banda e detalhes dos bastidores da negociação do livro. Entre as informações novas incluídas no prólogo está uma letra de música inédita de George Harrison, rabiscada num papel que o músico entregou para Davies quando ele lhe pediu “um exemplo de sua caligrafia”.

No fim, também como parte da revisão, há ainda relatos sobre personagens entrevistados por Davies e que morreram ao longo destas quase cinco décadas. Entre eles estão a tia Mimi, que criou John Lennon; Linda McCartney, a primeira mulher de Paul; o guia espiritual Maharishi, o mestre de cerimônias do Cavern Club Bob Wooler e o gerente de produção original e muito amigo da banda Neil Aspinall.

The Beatles é um livro para ser lido e saboreado.





4.6.15































40 ANOS ESTA NOITE - O Paulo Abrão, ex Secretário Nacional de Justiça do Governo Federal, completou 40 anos dia 3 de Junho. Como na data ele estava de passagem pelo Rio, seus amigos cariocas se reuniram no Trapiche, um simpático bar na Gamboa, bairro da zona portuária do Rio, para comemorar a data. Paulo Abrão está morando na Argentina, já que agora ele é diretor do Instituto de Políticas Públicas em Direitos Humanos no Mercosul (IPPDH). Paulo é um cara bacana e muito querido pelo amigos. E se tornou muito respeitado pela forma equilibrada e serena com que coordenou a Comissão da Verdade, que fez um levantamento sobre a tortura no Brasil durante o governo militar. Foi uma noite divertida e alto astral. Muita gente bacana foi até lá dar um abraço afetuoso no aniversariante. A jornalista Hildegard Angel, com o marido Francis Bogosian. A filósofa Marcia Tiburi. A professora da UFRJ Carol Proner. O cineasta Silvio Tendler. O deputado federal Wadih Damous. A filha e a neta de Carlos Lamarca, Cláudia Lamarca e Alessandra. Hermeto Pascoal. A empresária Marília Guimarães com o marido Eduardo. A advogada Ana Cláudia Garcia. Entre tantos outros...

Boa conversa não faltou no aniversário do Paulo Abrão. Afinal, foi uma festa que reuniu gente culta, bem informada e com acesso a boas informações de bastidores. Os escândalos envolvendo a FIFA foi um dos assuntos mais comentados. Assim como o caso do Promotor Alberto Nizmann, na Argentina. "Os Estados Unidos e Israel são o mesmo país", disse um dos convidados, ao afirmar que a pressão sobre a FIFA acontecia porque a entidade ameaçava retirar Israel dos seus quadros alegando que o país apoia o terrorismo. Eita!
 
Um momento de muita emoção: Hildegard Angel e Paula Lamarca se encontraram pela primeira vez. Hilde, irmã de Stuart Angel. Paula, filha de Carlos Lamarca. Como todos sabem, Stuart foi torturado até a morte pelos militares, que queriam que ele contasse o paradeiro de Lamrca. Quando foram apresentadas as duas se abraçaram, trocaram palavras carinhosas e posaram para fotos.












A NOITE FERVE NA GAMBOA - É sempre um prazer flanar no bairro da Gamboa, ali nos arredores da Praça Mauá. É um dos recantos mais charmosos do Rio, uma cidade cheia de cantos e recantos charmosos. As ruas e travessas, assim como o casario e também os bares e botequins ainda carregam um clima de Rio antigo, ideal para curtir a vida boêmia. Apesar da modernidade que ronda a cidade. ainda é possível se sentir num conto do João do Rio ou num romance de Machado de Assis. A farra e a festa sempre acontecem no Largo da Prainha. Nesse mês de junho vai ter festa junina todos os fins de semana. Cerveja, comida típica, farra, azaração e shows de jazz...

1.6.15



Há momentos em que é preciso escolher entre viver a sua própria vida plenamente, inteiramente, completamente, ou assumir a existência degradante, ignóbil e falsa que o mundo, na sua hipocrisia, nos impõe.






Se você encontrar um caminho sem obstáculos, ele provavelmente não leva a lugar nenhum.




Para conquistarmos algo na vida não basta ter talento, não basta ter força, é preciso também viver um grande amor.







Não espere por oportunidades extraordinárias. Agarre ocasiões comuns e as faça grandes. Homens fracos esperam por oportunidades; homens fortes as criam.