31.3.10






A palavra "acaso" é uma blasfêmia. Nada no mundo é por acaso.


EU TAMBÉM SOU – Continua causando repercussão a declaração de Rick Martin que escreveu em seu blog que é homossexual. Claro que meio mundo já sabia disso. Basta assistir ao clipe de Living la vida loca que a gente percebe logo que ele é do babado. Mas, de qualquer modo, o fato do cantor tomar a iniciativa de falar surpreendeu a opinião pública e causou um alvoroço entre seus fãs. O site do jornal O Globo fez uma pesquisa para saber se a declaração pública de Rick Martin vai prejudicar sua carreira. 79 % dos pesquisados afirmou que sair do armário publicamente não vai prejudicar a carreira dele. Até porque a carreira do Rick Martin anda meio por baixo. O que vai acontecer é que, com toda essa publicidade, sua carreira volta a decolar. E logo ele vai voltar a dar pinta nas paradas de sucesso.


Sempre achei que o Rick Martin fosse gay. Mas só tive certeza na época em que trabalhei na novela Salsa & Merengue. Ele cantava a música de abertura da novela e por isso veio várias vezes ao Brasil, participar de programas de TV e promover seus discos. Maria, a música, foi um grande sucesso radiofônico e agitou as pistas de dança da época. Numa de suas visistas ao Brasil Rick Martin teve um namoro com o Alexandre Barillari, um atores de Salsa e Merengue. E, claro, o rolo entre os dois causou muita fofoca nos bastidores da novela. Mas há quem diga que a grande paixão brasileira do Rick Martin foi mesmo o cantor Paulo Ricardo.


Por falar nisso, se fosse para se declarar publicamente, que cantor da nossa música pop deveria vir a público e se afirmar homossexual? Lulu Santos? Emilio Santiago? Reginaldo Rossi? Jorge Aragão? Marcos Sacramento? Lobão? Ney Matrogrosso? Raimundo Fagner?




USINEIROS DE SONHOS – José Victor Rack é um estudioso e pesquisador de telenovelas. Então ele criou o blog Usineiros de sonhos, só de entrevistas com gente que se dedica a grande indústria da teledramaturgia no Brasil. Dê uma olhada no site: http://usineirosdesonhos.blogspot.com/

25.3.10


Por mais que amemos nossos entes queridos, acontece às vezes, durante sua ausência, uma inexplicável paz.
O DOM DA MÚSICA – Foi comovente o show de Edu Lobo no Teatro Tom Jobim. Ele nunca foi de fazer muitos shows e eu nunca o tinha visto cantando ao vivo. Mas sempre curti o seu trabalho como compositor. O show serviu para marcar o lançamento do seu novo CD, chamado Tantas Marés. É um disco muito bonito, apresentando uma música brasileira requintada. A produção e os arranjos do craque Cristóvão Bastos fazem toda a diferença na execução do repertório. Tantas Marés, o show e o disco, é um apanhado de pérolas da MPB. Biscoitos finos para os ouvidos da platéia.


Edu Lobo é o compositor de uma das mais belas canções do cancioneiro popular brasileiro: No cordão da Saideira. Essa é uma canção que reúne uma impressionante harmonia entre letra e música. Acordes e poesia que traduzem com perfeição o sentimento de nostalgia. Foi emocionante ouvir o próprio compositor cantar uma peça tão marcante da MPB.


Cordão da Saideira


Hoje não tem dança
Não tem mais menina de trança
Nem cheiro de lança no ar
Hoje não tem frevo
Tem gente que passa com medo
E na praça ninguém pra cantar
Me lembro tanto
E é tão grande a saudade
Que até parece verdade
Que o tempo inda pode voltar
Tempo da praia de ponta de pedra
Das noites de lua, dos blocos de rua
Do susto é carreira na caramboleira
Do bomba-meu-boi
Que tempo que foi
Agulha frita, munguzá, cravo e canela
Serenata eu fiz pra ela
Cada noite de luar
Tempo do corso, na Rua da Aurora
É moço no passo
Menino e senhora do bonde de Olinda
Pra baixo e pra cima
Do caramanchão
Esqueço mais não
E frevo ainda apesar da quarta-feira
No cordão da saideira
Vendo a vida se enfeitar

12.3.10


Não julgue cada dia pela colheita que você obtém, mas pelas sementes que você planta.
A HISTÓRIA DE SABRINA KORGUT – A maravilhosa música dos Beatles está de volta ao Rio no espetáculo Beatles num Céu de Diamantes, musical com o repertório dos meninos de Liverpool, produzido pelo casal Charles Moeller e Cláudio Botelho. É um espetáculo incrível, onde as canções dos Beatles são recriadas com talento e originalidade. Nessa nova temporada (a primeira temporada foi no ano passado) o espetáculo ganhou a luxuosa participação de uma das grandes estrelas do teatro brasileiro: Sabrina Korgut.

Sabrina é uma atriz fantástica. Eu diria que ela é uma jovem Marília Pêra. Uma estrela de nível internacional que canta, dança e atua com desenvoltura tanto no drama como na comédia. (Eu sempre me pergunto quando que a TV vai descobrir Sabrina Korgut!) Ela é musa dos talentosos Charles Moeller e Cláudio Botelho, que escolheram a atriz para protagonizar o musical Avenida Q, sucesso de público no Rio e em São Paulo. Agora Sabrina Korgut brilha novamente nos palcos do Rio cantando as belas canções de Lennon e McCartney. A diva do teatro musical arrasa quando canta Something e Yesterday. Ela tem uma força, um vigor e uma entrega que leva o público ao delírio.

Aplausos, aplausos, aplausos...


Conheci Sabrina Korgut no futebol de praia de Copacabana. Quando adolescente ela foi jogadora do time feminino do Força e Saúde. Sempre poderosa, ela arrasava em campo com seus dribles e jogadas. Podia ter feito uma bela carreira no futebol, mas o teatro falou mais alto e ela preferiu os palcos, onde começou a atuar aos dez anos.

Veja o facebook de Sabrina Korgut e a ouça cantando Folhetim, de Chico Buarque, parte da sua participação na peça A Ópera do Malandro. Contracenando com Lucinha Lins e Mauro Mendonça, Sabrina interpretou uma jovem nordestina chamada Fichinha. A peça fez muito sucesso no Brasil e também em Portugal, onde foi apresentada no Coliseu, que aplaudiu de pé a performance do elenco.


Sabrina tem um vasto curriculo em musicais. Fez Company e foi elogiada pelo autor da peçam Stephen Sondheim, quando ele esteve no Brasil. Atuou em Cristal Bacharach, só com músicas de Burt Bacharach, e em Sassaricando, só com marchinhas do carnaval brasileiro. Fez sucesso em Miss Saigon, produção americana montada em São Paulo. E agora volta ao Rio cantando Beatles.





CONTROLE REMOTO – Não perco um só capítulo da minissérie A História de Ester, da Rede Record. Queiram ou não, é o melhor produto de teledramaturgia atualmente em cartaz na televisão brasileira. De certa forma a mídia tem tratado com desdém a minissérie por ser uma história de origem bíblica e acha que o programa é uma tentativa da emissora do Bispo Macedo de catequisar o público para seus preceitos religiosos. Mas não é bem assim.

A História de Ester é um acerto da Record. Tem um excelente roteiro, uma boa direção, cenários grandiosos e efeitos especiais muito bem executados. O bacana na minissérie é que é diferente do que o público brasileiro está acostumado a ver. Além disso a minissérie tem um dado curioso. Apesar de ser uma história de origem bíblica, a lenda de Ester tem um forte conteúdo erótico. Ora vejam. O rei da Pérsia manda recolher as mais belas virgens do seu reino para um harém, a fim de se relacionar com cada uma delas, até encontrar aquela que deverá ser a sua esposa. É uma história que saiu da Bíblia. Mas podia muito bem ser a sinopse de um filme da Brasileirinhas, a bem sucedida produtora de filmes pornôs.

Na Rede Record A História de Ester é contada com sensualidade e magia e isso torna o programa atraente para o público de um modo geral. Aliás, chega a ser impressionante a pegada erótica da minissérie. Além disso tem as cenas de lutas e batalhas que são feitas com muito capricho. O Planeta TV (o site de TV favorito do Aguinaldo Silva) fez uma crítica positiva da minissérie e disse que A História de Ester é um divisor de águas na teledramaturgia brasileira. É bem possível que sim. Talvez agora a televisão brasileira volte a fazer aqueles épicos divertidos que fazia no passado. Novelas de capa e espada dos velhos tempos de Glória Magadan. Só que agora as emissoras possuem tecnologias que podem tornar aquele tipo de produto voltar a ser atraente para o público. Além do que, as atuais novelas estão muito repetitivas, iguais e sem apelo.

É muito bom ver os atores representando papéis diferentes daqueles a que normalmente estamos acostumados a assistir na TV. Personagens épicos, fantasiosos, ambientados em cenários exóticos e originais. Em Ester eu poderia destacar Marcos Pitombo, que está sensual e carismático como o Rei Assuero. Foi muito bem escolhida a protagonista da história, Gabriela Durlo. Desde Regina Duarte na sua fase áurea que eu não vejo uma estrela com tanto carisma e doçura. Paulo Nigro é um ator seguro e que demonstra maturidade em seu oficio. É o que melhor atua nas cenas de luta e batalha. É hábil, natural.


Mas, o grande destaque da minissérie A História de Ester é o ator André Di Mauro, neto do cineasta Humberto Mauro. Ele está fantástico como o eunuco Hegai, responsável por cuidar das concubinas do rei. Hegai é uma biba pintosa, cheia de trejeitos, que se torna grande amigo da heroína. As cenas dele são muito divertidas e originais. Merecia uma nota dez da Patrícia Kogut. André di Mauro tem se revelado um dos grandes atores da TV. Foi ele quem interpretou o pedófilo da novela Chamas da Vida, de Christiane Friedmann. Fez tanto sucesso que a história passou a girar em torno do seu personagem.

A equipe de roteiristas é criativa e talentosa. Tanto a autora, Vivian de Oliveira, como seus colaboradores Altenir Silva, Camilo Pellegrini e Maria Cláudia de Oliveira, são parte da equipe que, sob o comando de Tiago Santiago, já fizeram barulho na TV com a trilogia dos Mutantes. São autores inquietos e que estão muito interessados em fazer o diferente, o original. São inimigos do lugar-comum.


O fato é que A História de Ester é um grande acerto da Record. Eu diria que é o primeiro grande acerto depois da saída de Tiago Santiago da emissora. Agora os aplausos devem todos ser dirigidos ao diretor geral de teledramaturgia Hiran Silveira.


A HISTÓRIA DE SABRINA KORGUT – A maravilhosa música dos Beatles está de volta ao Rio no espetáculo Beatles num Céu de Diamantes, musical com o repertório dos meninos de Liverpool, produzido pelo casal Charles Moeller e Cláudio Botelho. É um espetáculo incrível, onde as canções dos Beatles são recriadas com talento e originalidade. Nessa nova temporada (a primeira temporada foi no ano passado) o espetáclo ganhou a luxuosa participação de uma de minhas estrelas favoritas: Sabrina Korgut.

Sabrina é uma atriz fantástica. Eu diria que ela é uma jovem Marília Pêra. Canta, dança e atua com desenvoltura tanto no drama como na comédia. (Eu sempre me pergunto quando que a TV vai descobrir Sabrina Korgut). Ela é musa dos talentosos Charles Moeller e Cláudio Botelho, que escolheram a atriz para protagonizar o musical Avenida Q, sucesso de público no Rio e em São Paulo. Agora a estrela brilha novamente nos palcos do Rio cantando as belas canções de Lennon e MaCartney. Sabrina arrasa quando canta Something e Yesterday. Ela tem uma força, um vigor e uma entrega que leva o público ao delírio.

Conheci Sabrina Korgut no futebol de praia de Copacabana. Na adolescência ela foi jogadora do time feminino do Força e Saúde. Sempre poderosa, ela arrasava em campo com seus dribles e jogadas. Podia ter feito uma bela carreira no futebol, mas o teatro falou mais alto e ela preferiu os palcos, onde começou a atuar aos dez anos. Ainda na época do futebol de praia Sabrina namorou Jorge Costa, jogador do Força e Saúde, um dos mais belos e talentosos do futebol de areia. Sabrina e Jorge formavam um lindo e sexy casal. Eram apaixonados e dedicados um ao outro. Mas Jorge é um machão à moda antiga e nunca aceitou que Sabrina fosse atriz. O bofe se recusava a assistir aos espetáculos dela. Tinha ciúmes quando a via nos palcos cantando e dançando com as pernas de fora. Levando o público ao delírio. Aquilo o deixava arrasado. E a medida que Sabrina ia consolidando sua carreira no teatro o namoro ia desmoronando. Até que um dia ela percebeu que a sua realização profissional era mais importante e o namoro acabou. Hoje Jorge namora uma baranga inexpressiva que é balconista da Maria Bonita Extra de Ipanema. E Sabrina está muito bem casada com um jovem empresário carioca. C´est la vie...

Dê uma olhada no facebook de Sabrina Korgut e a ouça cantando Folhetim, de Chico Buarque, parte da sua participação ma peça A Ópera do Malandro.










CONTROLE REMOTO – Não perco um só capítulo da minissérie A História de Ester, da Rede Record. Queiram ou não, é o melhor produto de teledramaturgia atualmente em cartaz na televisão brasileira. De certa forma a mídia tem tratado com desdém a minissérie por ser uma história de origem bíblica e acha que o programa é uma tentativa da emissora de catequisar o público para seus preceitos religiosos. Mas não é bem assim.

A História de Ester é um acerto da Record. Tem um excelente roteiro, uma boa direção, cenários grandiosos e efeitos especiais muito bem executados. O bacana na minissérie é que é diferente do que o público está acostumado a ver. Além disso a minissérie tem um dado curioso. Apesar de ser uma história de origem bíblica, a lenda de Ester tem um forte conteúdo erótico. Ora vejam. O rei da Pérsia manda recolher as mais belas virgens do seu reino para um harém, para se relacionar com cada uma delas, até encontrar aquela que deverá ser a sua esposa. É uma história que saiu da Bíblia. Mas podia muito bem ser a sinopse de um filme da Brasileirinhas, a bem sucedida produtora de filmes pornôs.

Na Rede Record a História de Ester é contada com sensualidade e magia e isso torna o programa atraente para o público de um modo geral. Aliás, chega a ser impressionante a pegada erótica da minissérie. Além disso tem as cenas de lutas e batalhas que são feitas com muito capricho. O Planeta TV (o site de TV favorito do Aguinaldo Silva) fez uma crítica positiva da minissérie e disse que A História de Ester é um divisor de águas na teledramaturgia brasileira. É bem possível que sim. Talvez agora a televisão brasileira volte a fazer aqueles épicos divertidos que fazia no passado. Só que agora as emissoras possuem tecnologias que podem tornar aquele tipo de produto voltar a ser atraente para o público. Além do que, as atuais novelas estão muito repetitivas e iguais.

É muito bom ver os atores representando papéis diferentes daqueles a que normalmente estamos acostumados a assistir na TV. Personagens épicos, fantasiosos, ambientados em cenários exóticos e originais. Em Ester eu poderia destacar Marcos Pitombo, que está sensual e carismático como o Rei Assuero. Foi muito bem escolhida a protagonista da história, Gabriela Durlo. Desde Regina Duarte na sua fase áurea que eu não vejo uma estrela com tanto carisma e doçura. Paulo Nigro é um ator seguro e que demonstra maturidade em seu oficio. É o que melhor atua nas cenas de luta e batalha.


Mas, o grande destaque da minissérie A História de Ester é o ator André Di Mauro, neto do cineasta Humberto Mauro. Ele está fantástico como o eunuco Hegai, responsável por cuidar das concubinas do rei. Hegai é uma biba pintosa, cheia de trejeitos, que se torna grande amigo da heroína. As cenas dele são muito divertidas e originais. Merecia um dez da Patrícia Kogut. André di Mauro tem se revelado um dos grandes atores da TV. Foi ele quem interpretou o pedófilo da novela Chamas da Vida, de Christiane Friedmann. O personagem fez tanto sucesso que a história passou a girar em torno dele.


O fato é que a História de Ester é um grande acerto da Record. Eu diria que é o primeiro grande acerto depois da saída de Tiago Santiago da emissora. Agora os aplausos devem todos ser dirigidos ao diretor geral de teledramaturgia Hiram Silveira.


1.3.10


O imposto tem esse nome porque, de outro modo, ninguém o pagaria.

DECADENCE AVEC ELEGANCE - Meu tipo inesquecível, atualmente, é o americano Joseph Andrew Stack, aquele sujeito que jogou um avião contra o prédio da Receita Federal nos Estados Unidos. Certamente os roteiristas de Hollywood já devem estar escrevendo screenplays com a história desse homem corajoso. Atirar aviões sobre prédios da Receita Federal devia virar moda em todo o mundo. Aqui no Brasil seria ótimo, já que temos uma Receita Federal sempre a serviço da máfia da política nacional. Gostaria muito, por exemplo, que a empresária Mara MacDowell, dona da grife Mara Mac, tivesse o mesmo desprendimento e ousadia do americano Joseph Stack. Dona Mara poderia vestir um de seus modelos mais chiques, pegar seu avião pink e jogar sobre o prédio da Receita Federal no centro do Rio. Razões não faltam a essa senhora. Basta observar o açodamento do qual ela está sendo vítima pela Secretaria da Fazenda do Estado do Rio.

A Secretaria da Fazenda acusa a Mara Mac de lavagem de dinheiro, formação de quadrilha e sonegação fiscal. Todas as investigações nesse sentido devem ser feitas sob sigilo, até que se provem verdaderias. Por enquanto, são apenas acusações. Então como é que essas acusações foram parar nos jornais? O fato de um empresário buscar maneiras de pagar menos imposto não configura necessáriamente um comportamento desonesto. O que me impressiona nesse escândalo é o modo como a imprensa é leviana e publica noticias sem o menor senso crítico. E também como a imprensa é a favor do governo. Já houve um tempo em que o chique no jornalismo era ser do contra. Hoje em dia só existe imprensa a favor.

Ai que nojo!

A questão mais relevante nesse caso da Mara Mac versus Secretaria da Fazenda não está sendo levantada. O Brasil continua sendo o país com uma carga tributária absurda. Entra governo e sai governo e ninguém toma nenhuma atitude. Ser empresário no Brasil é um ato de heroísmo. O governo age com os empresários (e com os cidadãos) do mesmo modo como os milicianos agem com os moradores das favelas: na base da extorsão. A imprensa em vez de aplaudir essa devassa fiscal publicando dados sigilosos sem critério deveria questionar o modo extorsivo com que os impostos são cobrados no Brasil. É aviltante que, em pleno ano de eleição presidencial, nenhum dos partidos discuta a possibilidade de uma reforma fiscal que possa beneficiar o bolso do contribuinte. Cada vez mais o estado precisa arrecadar impostos para financiar o infidável jogo de corrupção que norteia a política brasileira. É por isso que não temos terremotos nem tsunamis...

A advogada Lucia Reis escreveu um ótimo texto sobre o caso Mara Mac no blog Pente Fino:
http://pente-fino.info/