30.9.14













SANGUE AZUL - Uma agradável surpresa o filme Sangue Azul, dirigido por Lirio Ferreira. Todo filmado em Fernando de Noronha, o que garante um cenário paradisíaco para a perturbadora história de uma paixão incestuosa. A tensão sexual está presente em todo o filme, através de todos os personagens que circulam em torno do protagonista, o "homem-bala" de um circo, interpretado por Daniel de Oliveira. É um filme mágico e sensual, que certamente vai tocar o coração do público. 

29.9.14













CINEMA É A MAIOR DIVERSÃO


ANTONIONI NÃO MORREU - Um cinema que leva o conceito de arte às últimas consequências. Não por acaso o filme se chama "Obra". É a história de um arquiteto que, ao realizar uma reforma num terreno de sua família, encontra uma ossada no canteiro de obra. Ao mesmo tempo, essa palavra nos leva ao sentido de "obra de arte". Parece que o filme nos grita o tempo inteiro: eu sou uma obra de arte. Ele é construído com tanto preciosismo, que dá a impressão que o diretor Gregorio Graziosi não fez nenhuma concessão. Realizou exatamente o filme que estava na sua cabeça. É um artista que sabe exatamente o valor que tem um Antonioni e deixa isso bem claro com a sua obra. Tanto que o filme foi rodado em cinemascope preto e branco. Que tal? Como a história gira em torno do arquiteto, o personagem ganha um contorno épico e conduz a trama. Irandhir Santos está perfeito como o sujeito atormentado pelos fantasmas que herdou da família. 

27.9.14




























CINEMA É A MAIOR DIVERSÃO

O MISTÉRIO DA FELICIDADE - Dirigido por Daniel Burman, o filme "O Mistério da Felicidade" é uma co-produção Brasil-Argentina, que chega ao Festival do Rio cercado de muita expectativa. É uma comédia romântica sobre o desaparecimento de um homem e como sua mulher, ao tentar encontrá-lo, acaba se envolvendo com o sócio do marido desaparecido. Estreia nos cinemas brasileiros dia 27 de novembro.



E DEUS CRIOU BRIGITTE - Ela foi a Madonna da sua época. Nos 50 e 60 só se se falava em Brigitte Bardot. Ela cantava, dançava e abalava as estruturas da sociedade de então, ainda na ressaca da segunda grande guerra. E também fez filmes incríveis. Bela e instigante, Brigitte Bardot completa 80 anos neste domingo, 28 de Setembro. Feliz aniversário, BB!

26.9.14



CINEMA É A MELHOR DIVERSÃO - Impressionante o filme "O Sal da Terra", dirigido por Win Wenders e Juliano Salgado, sobre Sebastião Salgado. O filme mostra o processo de trabalho do fotógrafo e como ele procura os lugares inóspitos e distantes para fotografar. Mostra imagens de dor e sofrimento que ele registra de modo implacável. Assistir ao filme é uma experiência prazerosa e dolorida. É trágico e belo ao mesmo tempo. O filme foi exibido na sessão de abertura do "Festival do Rio", com a presença de Sebastião Salgado na plateia. Ao ser chamado ao palco, ele falou de sua experiência e exaltou a importância da família, que foi muito sacrificada para que ele pudesse realizar seu trabalho. Em suas viagens ele ficava meses e meses longe da mulher e dos filhos, muitas vezes sem nem ter como se comunicar. Sua mulher, Lélia, subiu ao palco junto come ele, assim como seu filho Juliano, que assina o filme junto com o diretor alemão. "O sal da terra" é um filme que merece ser visto.

22.9.14



CINEMA É A MAIOR DIVERSÃO - Bollywood, a grande indústria do cinema da Índia, também vai se fazer presente no Festival do Rio. Vara, uma bênção é um musical com todos os elementos típicos das grandes produções do cinema indiano. Uma história de amor e redenção que utiliza elementos de realismo fantástico e muita cenas musicais, onde os atores cantam e dançam. A música é ótima. E as coreografias são sensacionais. Uma excelente oportunidade dos cinéfilos cariocas terem contato com o melhor da cinematografia inidana. Serão apenas quatro sessões nos cinemas Estação Ipanema 1, Estação Rio 3, Museu da República e Centro Cultural da Justiça Federal. Veja o trailer e certamente você vai querer ver o filme.

20.9.14



CINEMA É A MAIOR DIVERSÃO - O Festival do Rio exibe "El Ardor", uma co-produção entre Argentina, Brasil, México e Estados Unidos, com Gael Garcia Bernal e Alice Braga. Um filme de aventuras na selva com toques de um bom faroeste. O Uruguai apresenta um elogiado filme de terror sobre uma banda de rock que vai gravar um clipe numa antiga caverna e acaba se envolvendo com criaturas das trevas. Um susto atrás do outro. A argentina chega com o drama policial "Dois disparos". E a Finlãndia mostra o road movie "Eles fugiram", sobre um casal de delinquentes que foge de um centro de reabilitação com um carro roubado. Um bom roteiro, boas interpretações e belas paisagens da Finlândia recomendam o filme.

O brasileiro "Deserto Azul" é um filme curiosíssimo. O diretor Eder Santos, que também artista plástico, criou uma trama de ficção científica, com cenários futuristas, efeitos e trucagens. Angelo Antônio, Maria Luisa Mendonça e Chico Diaz estão no elenco. Já o diretor Volker Schlondorf exibe o seu "Diplomacia", um drama de guerra sobre os planos de Hitler de bombardear Paris. "Entre os vivos" é uma produção francesa com toques de horror e suspense. Conta a história de três meninos que resolvem matar aula e acabam testemunhando um crime e sendo perseguidos pelo assassino.  Temos filmes para todos os gostos. 




UM FILME CHAMADO SAMBA - Tem estreia prevista para 15 de outubro, na França o filme "Samba", de Olivier Nakache e Eric Toledano, a mesma dupla que dirigiu "Intocáveis", aquele filme sobre um aristocrata paraplégico que contrata um sujeito problemático para cuidar dele e os dois acabam ficando grandes amigos.  "Samba" é o nome do personagem principal, um imigrante do Senegal, interpretado por Omar Sy (foto), que acaba se envolvendo com a personagem de Charlotte Gainsbourg, a jovem francesa que trabalha no serviço de imigração. O curioso no filme é o personagem se chamar samba e a trilha sonora ter uma música de Jorge Benjor.   

Veja o trailer:





PRÊMIO FELIX - A edição 2014 do Festival de Cinema do Rio chega com uma novidade que já está dando o que falar. Esse ano o festival instituiu o Prêmio Felix, que vai ser concedido ao melhor filme com temática gay. A ideia foi copiada do Festival de Berlim, que anualmente distribui o prêmio Teddy a filmes com essa característica. A organização diz que escolheu o nome de Prêmio Félix, por que a palavra felix significa feliz em latim. Mas a comunidade gay logo associou o nome ao personagem da novela Amor à vida. Só falta agora a produção do festival convidar Mateus Solano para entregar o troféu ao vencedor.

Um dos mais fortes candidatos ao Prêmio Felix é o documentário "Favela Gay", produzido por Cacá Diegues e Renata Magalhães. É um filme sobre os gays que vivem nas favelas do Rio, transitando no mundo do samba, dos bailes funk, nas dificuldades cotidianas e na violência do tráfico. Outro brasileiro com chances de ganhar o Prêmio Felix é o documentário de Candé Sales "Para sempre teu, Caio F", sobre Caio Fernando Abreu, um dos mais talentosos escritores brasileiros da segunda metade do século 20, que foi vítima da AIDS.

A fotógrafa americana Nan Goldin também é alvo de um documentário que destaca o seu trabalho na comunidade gay dos Estados Unidos, principalmente nas décadas de 70 e 80 do século passado, quando se dedicou a fotografar a vida e os costumes dos homossexuais americanos. Já o filme "Sobre Susan Sontag" traça um perfil da escritora americana, analisa sua obra e abre o jogo sobre os romances que ela teve com várias mulheres. O costureiro francês Christian Dior tem sua vida e seu trabalho esmiuçados em "Dior e Eu", assim como David Bowie cuja carreira e vida pessoal são retratadas no filme que leva o seu nome.

Mas nem só de documentários vive o Prêmio Felix. "Feriado", de Diego Araújo, vem do Equador para mostrar que o cinema latino está em grande forma. O filme narra a história de um garoto rico que, ao passar o feriado no campo, descobre o amor nos braços de um ingênuo camponês. Tem também "O pacote completo", de Dóris Dorrie; o coreano "Vôo noturno"; "O cheiro da gente", um filme sobre skatistas de Larry Clark, o mesmo diretor de Kids; "A camareira" que deu a atriz Vicky Krieps o prêmio de melhor atriz no Festival de Munique. E muitos outros...

Veja aqui sete minutos de cenas do filme de Larry Clark, rodado em Paris.





"Feriado", representante do Equador no Festival de Berlim, promete ser um dos destaques do Festival do Rio, que começa dia 24 de setembro.




Dirigido por Rodrigo Felha, "Favela Gay" mostra como é a vida dos gays nas favelas do Rio de Janeiro.

16.9.14


Jamais corte o que pode ser desatado.


CINEMA É A MAIOR DIVERSÃO - O Festival do Rio começa dia 24 de setembro, com muitos filmes que merecem ser vistos. Coming Home, o novo de Zhang Yimou, desperta curiosidade, já que o diretor é ótimo e a atriz Gong Li (foto acima), dispensa apresentações. Vai passar uma versão restaurada de "A hard days night", o primeiro filme dos Beatles. Tem também o italiano "Gomorra", que chega ao Festival com muito prestígio. "Os Maias", do diretor português João Botelho também merece ser visto, assim como "Garota Exemplar", o novo de David Fincher. O festival também vai homenagear Rosselini, com a exibição de seis títulos do diretor.


14.9.14



FESTIVAL DO RIO - Começa no próximo dia 24 e vai até 8 de outubro o Festival do Rio, edição 2014. Quem gosta de cinema vai ter muito com o que se divertir,

10.9.14



Por um Brasil mais do meu nível!

AVE SANGRIA - O assunto do momento na cena cultural recifense é a volta do conjunto Ave Sangria, lendário grupo de rock psicodélico, que marcou época quando surgiu em meados dos anos 70. O Ave Sangria apareceu junto com os jovens Alceu Valença e Robertinho de Recife. Lançaram um único LP, em 1974. Em plena ditadura militar, o disco foi proibido pela censura por conta de uma das faixas chamada "Seu Waldir". O disco foi recolhido e logo se tornou um cult da juventude pernambucana. Na época o Ave Sangria chegou a fazer muitos shows por conta da repercussão em torno do disco proibido. Mas, frustrados com a proibição e o receio de serem perseguidos pelos militares, os artistas acabaram mergulhando nas drogas e se envolvendo em projetos paralelos. A banda se dissolveu com apenas um LP produzido, mas nunca foram esquecidos pelos fãs, que agora podem ouvir as músicas graças ao You Tube.

Os músicos do Ave Sangria eram jovens psicodélicos, meio ripongas, que curtiam sexo, drogas e rock´roll na bucólica Olinda daqueles tempos. Nunca tiveram convicções políticas, nem estavam preocupados em derrubar o governo militar. A música deles, aparentemente, não tinha nada que pudesse incomodar os militares. Mas uma das faixas do LP incomodou muito os milicos: a que tem o singelo título de "Seu Waldir". A canção é apenas uma declaração de amor ao personagem que dá título a música. O que incomodou os miliares é que, quem cantava a música era um homem, e isso fazia toda diferença no entendimento da canção. 

Os versos dizem: 

"Seu Waldir, o senhor / magoou meu coração / fazer isso comigo seu Waldir / isso não se faz não / eu trago dentro do peito um coração apaixonado / batendo pelo senhor / e o senhor tem que dar um jeito / senão eu vou cometer um suicídio / nos dentes de um ofídio vou morrer / Seu Waldir meu amor / Eu falo tudo isso pois sei que o senhor está gamadão em mim / eu quero ser o seu brinquedo favorito / seu apito / sua camisa de cetim / mas o senhor precisa ser mais decidido e demonstrar que corresponde ao meu amor / pode crer / senão vou chorar muito, seu Waldir / pensando que vou lhe perder / Seu Waldir meu amor..."

A censura da época achou aquilo muito subversivo e mandou recolher todos os LP´s dos meninos. Semana passada os músicos da banda (Marco Polo, Almir Oliveira, Paulo Rafael e Ivinho) se reuniram para uma única apresentação no palco do histórico Teatro Santa Izabel. Lotação esgotada, uma multidão do lado de fora implorando por um ingresso e um show que foi classificado como "memorável" pelo jornal Diário de Pernambuco. Quarenta anos depois a lenda se mostrou mais viva do que nunca e o show deixou em êxtase a platéia, no mesmo teatro onde, por duas vezes, a banda se apresentou na juventude. 

(A música Seu Waldir marcou a minha meninice nos bons tempos em que eu morava em Recife. No colégio os meninos mais velhos viviam cantando essa música pra mim. O Ave Sangria foi a trilha sonora das minhas primeiras farras nas ladeiras de Olinda...) 



9.9.14

CONTROLE REMOTO – Domingo passado o Caderno de TV publicou uma entrevista com o novelista João Emanuel Carneiro feita pela minha querida Patrícia Kogut. A entrevista com Carneiro era uma mistura de material jornalístico com peça de marketing da TV Globo. Uma coisa curiosa: quando cobre televisão O Globo se acha no direito de se abster de alguns dos mais básicos princípios do jornalismo. A isenção, por exemplo. Isso dá um ar de cinismo a tudo o que o jornal publica sobre TV.

Logo no início da entrevista João Emanuel, respondendo a uma pergunta, fala da novela Os Mutantes. Diz que a Record tentou boicotar A Favorita, ao estrear Os Mutantes no mesmo dia e horário. Concorrência não é boicote, diria Zé Bob, o jornalista interpretado por Carmo Dalla Vechia, o namorado do novelista. João Emanuel também disse que a Record deve cuidar mais da qualidade do que produz.

Mais uma vez “a qualidade”. A exemplo de Patrícia Kogut, na sua coluna, e Zeca Camargo, no seu blog, João Emanuel critica “a qualidade” da produção artística da Record. É curioso que os funcionários da Rede Globo sempre utilizem a palavra “qualidade” quando querem desqualificar a produção da emissora concorrente. O raciocino deles é o seguinte: nós temos qualidade, vocês não. E aqui cabe a pergunta: será que a Globo tem mesmo toda essa “qualidade”?

O que a trinca Kogut-Camargo-Carneiro entende por “qualidade” é aquilo que se convencionou chamar de Padrão Globo de Qualidade. Padrão esse criado pelo saudoso Boni e sua equipe na fase áurea da emissora. Os globetes sempre usam como referência para analisar os outros canais o padrão criado pela empresa em que trabalham. Essa gente tá sempre olhando para o próprio umbigo. Seria um erro a Record ou qualquer outra emissora buscar para si o Padrão Globo de Qualidade. Cada emissora deve buscar o seu próprio padrão. Além disso, existe uma verdade que os “globetes” precisam encarar:

O Padrão Globo de Qualidade não existe mais.

Isso é coisa do passado. Da época em que o Boni reinava como o manda-chuva da emissora do Jardim Botânico. O Padrão Globo deixou de existir há muito tempo. Big Brother Brasil? Ana Maria Braga? Domingão do Faustão? Casseta e Planeta? A Grande Família? Quanto mais a concorrência se afastar do chamado Padrão Globo de Qualidade, mais chances ela vai ter de conseguir a audiência do público.

O que seria um exemplo do Padrão Globo de Qualidade? A narração de Galvão Bueno durante a competição em que César Cielo ganhou a medalha de ouro nas Olimpíadas? O que era aquele “narrador” berrando pela avó do atleta? Por que ele insiste sempre em parecer íntimo dos esportistas? Galvão Bueno é grotesco! Mal educado, desagradável, inoportuno, grosseiro, pedante. Seria ele um exemplo do Padrão Globo de Qualidade?

Por que Galvão Bueno ficou narrando a festa de abertura das Olimpíadas? O show produzido pelos chineses não era apenas visual. As imagens espetaculares eram acompanhadas por uma trilha sonora. Pois bem. Os telespectadores da Globo não puderam ouvir a trilha, pois o chato do Galvão não se cansava de falar idiotices por cima das imagens. Outra coisa: por que o jornalismo global sempre esquece que a televisão tem imagem? Os repórteres ficam narrando o que o espectador já está vendo. Que bizarro!

As críticas do público ao Galvão Bueno estão em todos os lugares. Mesmo assim ele não mereceu nota zero da minha querida Patrícia Kogut. Certamente a mais badalada colunista da TV o considera um narrador Nota Dez. (Ou será que ela foi corporativista?) Um leitor do Globo On Line disse que Galvão Bueno é pé frio, que ele deu azar aos atletas brasileiros. É bem possível. O apresentador fica estimulando o choro e a emoção forçada dos competidores. Quando os brasileiros sobem ao pódio ele sempre lembra o esforço do atleta, as dificuldades, como se isso fosse exclusividade dos brasileiros. Para chegar numa olimpíada atletas de todos os países fazem sacrifícios, concessões, sofrem, têm frustrações. Galvão Bueno lida com o Brasil como se ainda fôssemos o país do Jeca Tatu, o menino pobre, barrigudo, cheio de lombriga. É essa a visão que Galvão Bueno transmite do povo brasileiro.

A boa notícia é que nas próximas olimpíadas, em Londres, o público brasileiro não vai passar pelo constrangimento de aturar Galvão Bueno. A Rede Record adquiriu os direitos exclusivos de transmissão do maior campeonato esportivo do planeta. Aliás, não só das olimpíadas, como também do próximo Pan, em Guadalajara, no México. Certamente nessas competições os atletas brasileiros terão mais sorte.

7.9.14























































7 DE SETEMBRO - Esse ano foi sensacional a parada de 7 de setembro. Ano passado foi horrível, por conta das manifestações. Lembram? Os manifestantes causaram muita confusão durante o desfile. Foi tenso, chato. Houve um forte esquema de segurança, e ninguém podia chegar nem perto dos soldados. Esse ano não houve esquema de segurança nenhum. Não teve necessidade. Quem estava ali para ver o desfile era apenas apenas o público tradicional, fãs da parada militar. Qualquer pessoa podia chegar perto dos soldados, conversar com eles, fazer foto, pedir o número do telefone, etc. Foi super alto astral e por isso o desfile foi ainda mais bonito que nos anos anteriores. As bandas de música são sempre um espetáculo à parte, e esse ano não foi diferente. Destaque para a banda dos Fuzileiros Navais que arrepiou a plateia ao desfilar tocando Cisne Branco, o hino da Marinha. Sempre fico arrepiado quando toca essa música no desfile. A melodia é tão bonita. Considero a melodia do Cisne Branco tão bela quanto a melodia do Lago dos Cisnes, de Tchaikovski. A letra da canção é tão singela e pueril...   

Adoro as Forças Armadas. A-d-o-r-o!