22.4.11




Um homem não é outra coisa senão o que faz de si mesmo.







VEJA ESTA CANÇÃO - Ontem eu estava fazendo alguma coisa, de costas para a TV, quando começou a tocar essa música. Eu senti um calafrio gostoso. Adoro essa canção. "O que é que uma das minhas músicas favoritas está fazendo na TV?", perguntava eu enquanto me voltava em direção ao vídeo. Era o anúncio de um automóvel Renault. E a trilha sonora era uma das minhas canções favoritas. Uma dessas canções que me fazem arrepiar.

This guy´s in love with you é um clássico do repertório de Burt Bacharach e seu parceiro Hal David. Foi gravada por Herb Alpert que, a exemplo de Bacharach, também é um gênio da canção americana. Herb Alpert lançou essa canção no longínquo 1968, num especial para a TV. A música fez tanto sucesso que logo alcançou o topo das paradas. Mas, o topo das paradas, sempre foi o lugar favorito de Herb Alpert e seu grupo Tijuana Brass.
O Prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes no lançamento do Plano Diretor da Cidade, em cerimônia na Câmara Municipal.



Fazendo um discurso na festa de aniversario do Vereador Adilson Pires, seu representante na Câmara Municipal.


O Prefeito Duda Paes relaxou e deu uma pinta básica na festa do Clube de Engenharia.


Conversas ao pé do ouvido com um correligionário.





Na festa do Vereador Adilson Pires o Prefeito fez questão de ir até a cozinha cumprimenar as cozinheiras. Aproveitou a oportunidade para degustar um caldinho de feijão que, segundo ele, estava delicioso.


Trinca de jovens talentos da política carioca: Zezé Minc, Assessor Parlamentar do Vereador Adilson Pires, o Vereador Marcelo Arar e seu influente Chefe de Gabinete Elias Santana.


O Prefeito Duda Paes faz um chamego no filhinho de um charmoso eleitor.


Confraternização entre políticos: Marcelo Arar, Adilson Pires e Eduardo Paes.


Zezé Minc ficou feliz pois foi o único que ganhou um beijo do Prefeito.


Os taxistas do Rio de Janeiro dizem que o Pedro Paulo (na foto com Marlon, jogador de futebol de praia) é quem manda na Prefeitura e no coração de Duda Paes.


Duda Paes discursando no lançamento do Plano Diretor. Ao lado dele o Presidente da Câmara Municipal Jorge Fellipe. Na extrema direita Doutor Jairinho, o Vereador favorito do Prefeito.




ALBUM DE RECORDAÇÕES DE DUDA PAES



19.4.11

O amor é um ato de fé e quem tiver pouca fé também terá pouco amor.


SALVE JORGE! - Dia 23 de Abril é dia de São Jorge. Santo guerreiro, protetor dos fracos e dos oprimidos. Um santo por quem tenho especial devoção. Então, desde já, todas as minhas preces e orações terão Jorge, meu grande e adorado Jorge, como fonte de inspiração.


Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar.


Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meu inimigos.


Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós. Assim seja com o poder de Deus, de Jesus e da falange do Divino Espírito Santo.


São Jorge Rogai por Nós.










A verdadeira revolução acontece quando mudam os papéis e não apenas os autores.





TIAGO SANTIAGO VAI À PRAIA - O autor da novela Amor e Revolução tem aproveitado os dias ensolarados do Rio de Janeiro para curtir uma praia. É para relaxar do seu universo de torturas e perseguições relativas aos conflitos de sua novela ambientada nos bastidores da ditadura militar. Tiago frequenta o Arpoador desde os seus tempos de adolescente, quando podia se dedicar a um de seus esportes favoritos: o surfe.





E por falar em Amor e Revolução, outro dia eu encontrei com a guerrilheira Marília Guimarães. Foi na linda missa em homenagem a Zuzu Angel, na última Quinta-Feira, na Paróquia de São Paulo Apóstolo, em Copacabana. Ao me ver Marília elogiou a novela, disse que está assistindo com grande prazer, etc e tal. Em seguida ela fez uma pausa, mudou a voz para um tom de surpresa e um pouco de incredulidade, e me disse a seguinte frase: "Pôxa, o Tiago está pegando pesado com os militares!" Uau!!! Se a guerrilheira Marília, que foi uma "vítima" da ditadura, acha que o Tiago está pegando pesado com os militares...


15.4.11


O que é acaso em relação aos homens é desígnio em relação a Deus.


MEMÓRIAS DE UM VAMPIRO – Foi trabalhando na novela VAMP que conheci o Tiago Santiago e logo ficamos amigos. Ele é um sujeito super tranqüilo e fácil de lidar. VAMP foi sua primeira novela, mas ele sempre deixou bem claro que queria ser um autor de suas próprias tramas. Queria ser um novelista de sucesso. Ao contrário de Vinicius Vianna, outro escritor que também fazia parte da equipe de Antonio Calmon. Vinicius nunca quis ser “autor de novelas” e sempre preferiu ser “colaborador”. Ele gosta de escrever livros. São dele os romances Dedé Mamata e A vida sexual de Luiz Ensinada. Apesar de sentir à vontade no meio da TV e escrever muito bem cenas e roteiros Vinícius Vianna nutre certo desprezo pela telenovela. Ele acha aquilo tudo uma coisa menor, uma indústria que existe apenas para se ganhar dinheiro. O que o realiza como escritor é escrever romances. Seu livro Essa ave estranha e escura é uma obra-prima da literatura brasileira.

A gente se divertiu muito trabalhando com Antonio Calmon. Ele adorava sua equipe e nos tratava com muito carinho. A gente ria muito nas reuniões de trabalho, quando ele nos apresentava suas idéias para os próximos capítulos e pedia sugestões para as tramas e os personagens. O escritório dele, na Rua Gomes Carneiro, era uma verdadeira usina de idéias e loucuras. A gente lia muitos livros, via filmes bacanas, ouvia muita música pop e trabalhava pra caramba. Havia também o diretor Jorge Fernando, que foi um dos grandes responsáveis pelo humor e pelo deboche da novela. Muitas vezes, quando o texto ficava um pouco mais sério, Jorge sempre dava um jeito de colocar um humor escrachado que aliviava o tom dramático.

A história da cantora vampira que tenta se livrar de sua maldição numa cidade do interior era recheada de humor com pitadas de terror. E vice-versa. Havia esse elemento tradicional das histórias de vampiro de que quando alguém era mordido também virava vampiro. Tudo isso era narrado com muito humor e deboche na novela. Teve um momoento em que os personagens precisavam fazer transfusões de sangue e aquilo que poderia parecer mórbido era mostrado com ironia e refinamento. Mas, paralelo a novela, havia a vida real. E quando a novela estreou, em 1991, ainda existia aquela paranóia da AIDS. Muitas pessoas estavam doentes ou estavam morrendo. O mundo ainda vivia sobre a fase do terror da AIDS e a novela parecia uma alegoria sobre a epidemia. Os personagens se contaminavam não através do contato sexual, mas através de mordidas no pescoço.

Logo no início da novela a equipe recebeu um golpe doloroso com a morte do diretor de teatro Carlos Wilson, conhecido como Damião. Foi graças a ele que eu entrei para a novela. Damião era um gênio do teatro infanto-juvenil. Tinha formado nas suas aulas no Teatro Tablado dezenas de atores jovens que a Globo sempre contratava: Malu Mader, Eduardo Moscovis, Selton Mello, Felipe Camargo, Marcos Palmeira, Leonardo Brício, só para citar alguns. E quando a sinopse de VAMP foi aprovada Antonio Calmon pediu a Globo que o contratasse, pois queria que ele fosse o produtor do elenco jovem. Foi ele quem trouxe para a novela Juliana Martins, Bel Kutner, Rodrigo Pena e André Gonçalves. Mas ele já estava com a saúde debilitada e morreu logo no início da novela e a gente sofreu muito com isso, pois ele era um sujeito maravilhoso e nós gostávamos muito dele.

Foi uma época difícil. A AIDS era um fantasma na vida das pessoas. Cazuza tinha morrido no ano anterior. Antes dele havia morrido Daniel Más, que também era novelista, um jornalista maravilhoso e nosso amigo. O dramaturgo Vicente Pereira, que na juventude havia sido namorado do Calmon, estava doente. E todo o tempo a gente ficava sabendo de alguém que estava com sintomas da doença. E no meio desse mundo de terror a gente estava fazendo uma novela que divertia as pessoas com seus personagens que viviam sendo contaminados com mordidas de vampiros. Ás vezes nem a gente entendia toda aquela loucura. Os personagens choravam lágrimas de sangue, sempre havia pescoços sangrando. Uma loucura. Mas, apesar da dor de um lado, havia um êxtase do outro. A gente formava uma turma unida que se divertia muito fazendo seu trabalho. E eu acho que esse astral bacana passava para o público. Daí o sucesso da novela.

Certa vez Mauro Rasi me disse que uma peça de teatro só faz sucesso com o público quando ela é um sucesso no camarim, nos bastidores. Acho que isso exemplifica o que aconteceu com VAMP. A novela era um sucesso entre nós muito antes da estréia. Talvez por isso tenha feito tanto sucesso com o público.

14.4.11

Sonia Rabello durante uma votação no plenário do Palácio Pedro Ernesto sede da Câmara.

Na cerimônia de posse com o colega Verador Marcelo Arar.



Fazendo um brinde com seus assessores no bar do Cine Odeon, na Cinelândia.




A HORA E A VEZ DE SONIA RABELLO - Desde que assumiu seu lugar na Câmara dos Vereadores em 2 de Fevereiro de 2011, no lugar de Alfredo Sirkis, a advogada Sonia Rabello tem se destacado por sua postura firme na defesa dos seus projetos, sempre embasada em fundamentos jurídicos, universo que ela conhece bem. Inclusive a Vereadora, que é professora titular de Direito Administrativo da UERJ, é colega de graduação e de professorado do Ministro Luiz Fux, do STF, tendo nascido no Rio de Janeiro no mesmo dia, mês e ano que o amigo. Mulher inteligente e articulada, a Vereadora Sonia Rabello tem especial interesse pelos aspectos urbanísticos do nosso município, até porque ela é especialista em Direito Urbanístico e já foi diretora do IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.




Em reunião com o Comandante Militar do Leste, General Adriano Pereira Júnior, no Forte do Leme, onde os militares, com o apoio da Prefeitura, pretendem construir três edifícios residenciais, a Vereadora se manteve firme na sua postura contrária à pretensão do Exército. Falou da importância das áreas sob tutela das Forças Armadas, mas enfatizou que essas áreas pertencem a todos os brasileiros, ao País como um todo. As áreas não são bens das Forças Armadas e sim da União.


Sonia Rabello tem feito constantes reuniões com associações de moradores, buscando se inteirar dos problemas específicos de cada bairro da cidade. Com moradores da Glória ela chegou a participar da limpeza e pintura do Chafariz do bairro, um monumento histórico de 1742, tombado pelo IPHAN. Com moradores de Santa Tereza elaborou estratégias para impedir que a administração do Museu da Chácara do Céu construa um anexo que vai descaracterizar o prédio tombado e o bosque de árvores centenárias do museu. Debaixo da marquise da Radio Tupi conversou com moradores da Gamboa que estão ameaçados de remoção por causa do projeto de revitalização da prefeitura denominado Porto Maravilha. A Vereadora quer que a revitalização da área portuária também contemple os moradores pobres da região. O mesmo tipo de coisa está acontecendo na Cidade Nova, que tem projetos imobiliários de revitalização que incluem a remoção dos moradores. Sonia Rabello, que tem como princípio no seu trabalho político o desejo de “moradia digna na cidade sustentável”, considera que esses são casos de exclusão social.


Como observadora atenta das questões ligadas ao urbanismo, a Vereadora é contra a mudança da sede da Câmara Municipal para a região portuária, como quer o Prefeito Eduardo Paes. Tanto que ela protocolou um projeto de lei complementar que impede essa mudança. Sonia Rabello considera que a saída da sede da Câmara Municipal do Palácio Pedro Ernesto esvaziaria o cunho político desta centralidade e alteraria o seu valor simbólico e dinâmico. Afinal, a escadaria da Câmara, na Cinelândia, foi cenário de alguns dos mais importantes eventos políticos da história do Brasil. Ela quer que os recursos que seriam utilizados para a construção de uma nova sede sejam utilizados na reforma de todo o entorno do Palácio Pedro Ernesto, que é um verdadeiro exemplo de desordem urbana e má gestão administrativa do Executivo.






Veja o site de Sonia Rabello: http://www.soniarabello.com.br/




12.4.11


VAMP – Assisto com interesse no Canal Viva a reapresentação de Vamp, uma novela que me marcou muito. Por indicação do saudoso diretor de teatro Carlos Wilson, que todos conheciam como Damião, o Antônio Calmon me convidou para trabalhar como seu assistente. Assim pude acompanhar de um lugar privilegiado todos os detalhes da produção. Lembro claramente da primeira vez que o Calmon me falou de sua novela. É a história de uma cantora, uma estrela tipo Madonna, que fez um pacto com um vampiro para se tornar famosa e viver eternamente. O Calmon sempre foi louco pela Madonna, que na época da novela estava no auge do sucesso. (Bem... Na verdade ela sempre esteve no auge do sucesso...) O fato é que Vamp foi escrita ao som do disco (disco mesmo, em vinil) The Immaculate Collection, que havia sido lançado oito meses antes da estréia da novela e concentrava todos os megahits que Madonna havia lançado até então. Like a Virgin, Material Girl, La Isla Bonita, etc. E Natasha, a protagonista da novela, foi totalmente inspirada em Madonna.

Antônio Calmon queria Andréia Beltrão no papel de Natasha. Os primeiros capítulos foram escritos com Andréia Beltrão na cabeça. Ela tinha feito sucesso como a Zelda Scott, em Armação Ilimitada, e Calmon queria repetir sua dobradinha com a atriz. Tanto que ele marcou um jantar com a Andréia para conversar sobre a novela e, no telefone, adiantou um pouco como seria a Natasha. E quando ele chegou no restaurante Andréia Beltrão estava produzida como se fosse a Madonna.

A direção da Globo adorou a idéia da novela. Naquela época a “direção da Globo” significava Daniel Filho e Boni. Era o final dos tempos em que a Globo era gerenciada como uma espécie de sucursal de Hollywood. Não tinha nada a ver com a administração burocrática e pouco criativa dos dias de hoje. Daniel Filho, o diretor artístico, (e bota "artístico" nisso) tinha suas próprias idéias de como seria a novela cuja sinopse ele tanto gostava. Como a personagem principal era uma roqueira, uma estrela da música pop, Daniel achava que o papel deveria ser interpretado por uma cantora. Ele queria fazer testes com Paula Toller e Fernanda Abreu. Vale lembrar que na época tanto Paula como Fernanda eram estrelas da canção brasileira. Paula era vocalista do Kid Abelha, banda que dava as cartas nas paradas. E Fernanda era ex-vocalista da Blitz e naquele momento tentava carreira solo. Daniel também pensou em Débora Blando para o papel de Natasha. Lembram da Débora Blando?

Por outro lado, o diretor escalado para dirigir a novela, tinha suas próprias idéias com relação a protagonista. Jorge Fernando queria Claudia Ohana naquele papel. Ele sabia que ela cantava, dançava e tinha uma beleza exótica que ia combinar bem com a Madonna latina que ele via naquela personagem. Mas, como convencer o Calmon e o Daniel da sua escolha? Quando ele foi chamado para dirigir a novela Calmon já tinha falado com a Andréia Beltrão. E o Daniel já havia pedido a Globo para contatar as cantoras para testes. Cada um deles já tinha uma expectativa de como deveria ser a novela.

O Diretor Artístico da emissora, o autor e o diretor finalmente marcaram uma reunião para definir o elenco, datas e detalhes de produção. Foi então que Jorge Fernando teve uma idéia. Três dias antes da reunião, em segredo, ele gravou, às pressas, uma fita com Claudia Ohana cantando Sympathy for the devil, um “classic rock” dos Rolling Stones. Depois, de madrugada, levou a Cláudia para um estúdio da Globo na Tijuca (na época ainda não existia o Projac), chamou uns bailarinos amigos dele, aproveitou restos de cenários de outros programas, bolou algum efeito especial, e fez um videoclipe da Claudia como se ela fosse a Natasha. No dia da reunião, na sala do Daniel, no Jardim Botânico, Jorge Fernando chegou com uma fita na mão e disse em tom solene para Calmon e Daniel: Gente, antes de começar a reunião, antes que seja tratado de qualquer assunto, eu queria mostrar uma coisa para vocês. Colocou a fita VHS no videocassete e apertou o play. Na tela Claudia Ohana surgiu deslumbrante, cantando e dançando cercada de bailarinos. As imagens, a música, a coreografia. Tudo era impressionante. Quando acabou o videoclipe Daniel e o Calmon olharam para o Jorginho e disseram quase em uníssono: A Cláudia Ohana é a Natasha!



Esse videoclipe é exibido várias vezes durante a novela.



10.4.11




As decepções na vida são como quebra-molas - coisas que se tem que ultrapassar para poder desfrutar do resto da viagem.









UMA LÁGRIMA PARA TIA LÉA - Morreu nesse domingo Dona Léa Millon, conhecida no meio artístico como Tia Léa. Ela foi secretária, produtora e assessora de imprensa de artistas como Roberto Carlos, Caetano Veloso e Gilberto Gil, só para citar alguns. Era uma mulher doce, bondosa e bem humorada. Apesar de lidar com a elite da produção cultural brasileira, ela nunca deu muita importância a valores como fama, celebridade e sucesso. Lidava com naturalidade com aquilo tudo. Exerceu como ninguém aquele papel da tia boazinha, que todos procuravam quando precisavam de colo. Tia Léa era uma fofa. Adorei quando Jorge Ben Jor (meu astro favorito da MPB) a citou na música W-Brasil. "Alô, alô, Tia Léa, se tiver chovendo muito não venha de helicóptero", diz Benjor, num de seus maiores sucessos. Foi uma bela e merecida homenagem. E o que é melhor: uma homenagem feita em vida.


Descanse em paz, minha querida!

7.4.11


Algumas das maiores dádivas de Deus são preces não atendidas.

3.4.11






SEJA COMO VOCÊ É – Quer dar boas risadas? Então assista a esse vídeo. Foi minha querida amiga Giselly Garcia quem postou no seu Facebook e eu não resisti e resolvi trazer aqui, para deleite dos meus leitores. É um clipe de uma Biba mirim dançando ao som de Conga La Conga. É muito divertido. Mas não é só isso. O vídeo é uma lição de vida. Uma mensagem clara para quem não se aceita e não sabe aceitar os outros. Assista ao vídeo e faça como esse menino: seja como você é.