GIGOLÔS DA DITADURA – A ditadura no Brasil foi uma prostituta muito dadivosa, já que ela permitiu a existência de uma infinidade de gigolôs. É impressionante a quantidade de gente vivendo à custa da ditadura. Pessoas ficaram ricas faturando em cima do fato de que o Brasil viveu sob a égide da ditadura. Essa semana mais um grupo de gigolôs (e cafetinas) foram aquinhoados com a chamada bolsa-ditadura, uma compensação financeira por, teóricamente, terem lutado contra a ditadura. Que absurdo! Essas pessoas lutaram contra a ditadura por que quiseram. Foi opção delas.
As coisas chegaram a tal ponto que faz-se necessário uma revisão histórica da ditadura brasileira. A barra só pesou para quem confrontou o governo de forma ostensiva. Para os cidadãos brasileiros que estavam mais interessados em trabalhar e viver sua vida, a ditadura foi um excelente período da vida brasileira. O Brasil vivia de uma forma muito mais organizada do que é hoje em dia, na falsa democracia em que vivemos. (Sim, falsa democracia, já que o regime atual é a ditadura dos partidos políticos). Na época da ditadura militar o ensino público era de alto nível e a saúde pública era de qualidade muito superior, só para citar dois exemplos.
Com o advento da democracia, os pretensos governos de esquerda surgidos no País, achando que iam fazer melhor, acabaram com o ensino e a saúde pública. E falemos a verdade: só houve uma ditadura no Brasil por que a sociedade quis. Naquela época o mundo vivia assustado com os comunistas, achavam que eles comiam criancinhas e queriam transformar o Brasil numa nova Cuba. Era um medo doentio e paranóico. Depois a própria história provou que os comunistas não eram exatamente uma ameaça. Mas a sociedade brasileira, influenciada pela reação dos EUA à guerra fria, apoiou e quis que houvesse uma ditadura para se proteger daquilo que consideravam uma ameaça ao seu bem estar. Sem apoio popular nenhum regime se mantem no poder. No momento que a sociedade sinalizou que não queria mais ditadura, ela acabou. Eis o que eu queria dizer: a ditadura foi apenas fruto de um anseio da sociedade brasileira por um governo forte e militarizado.
Essa insuportável gente de “esquerda”, que hoje recebe bolsa-ditadura, indenizações milionárias, ocupa postos chaves do governo e vive envolvida em escândalos de corrupção, na verdade lutavam contra os interesses do povo brasileiro. Essa história que essa gente lutava por democracia é tudo balela. As pessoas que lutaram contra a ditadura, com raras exceções, estavam lutando pelo poder. O que eles queriam era mandar. Queriam era ter acesso ao erário, aos cofres públicos, para fazerem o seu pé de meia.
Já está na hora da história do Brasil ser contada sem ranços ideológicos. Essa gentalha da esquerda enche a boca para dizer que na ditadura militar havia torturas, violência policial e desigualdade social. Pois bem. Todos esses males que havia durante a ditadura existem hoje em dia, em muito maior quantidade. As torturas, violências da polícia e desiguladade social dos dias de hoje são tratadas como coisa banal e as da época da ditadura são super valorizadas para prestigiarem esses que se consideram vítimas dos militares.
Não é de hoje que existe toda uma casta de pessoas que fatura em cima do regime militar. Mesmo durante a ditadura, muita gente já faturava em cima dos militares. Artistas, jornalistas, escritores e pensadores brasileiros fingiam ser contra o governo apenas para terem prestígio intelectual. Dava prestígio ser contra o governo. Quantos cantores populares lotaram seus shows à custa de uma falsa indignação social? Quantos chargistas fizeram seu nome e se promoveram graças a uma dissimulada postura política? Não é isso, Ziraldo?
Semanas atrás o jornal O Globo publicou uma série de reportagens sobre Dom Eugênio Sales, mostrando como ele tinha sido heróico na época da ditadura, como ele foi o anjo da guarda de foragidos políticos durante o regime militar. As matérias, visivelmente, tentavam vender uma imagem heróica do Cardeal. Nesse aspecto tanto Dom Eugênio como Ziraldo se igualam: ambos estão fazendo michê com a ditadura. Um fatura prestígio e outro fatura dinheiro. Dom Eugênio, é verdade, ajudou almas desesperadas do governo militar. Mas, afinal de contas, a função de um representante da Igreja Católica é essa mesmo: ajudar almas desesperadas e espíritos em conflito. Durante a ditadura Dom Eugênio apenas cumpriu com a sua obrigação de Sacerdote. Mas as reportagens do jornal O Globo sugerem que os brasileiros têm que ser gratos a ele por causa disso. Ué? Gratos apenas por que ele cumpriu sua obrigação? Pois é isso que me impressiona na ditadura: a capacidade que ela tem, até hoje, de servir de trampolim para picaretas.
Mais importante do que “canonizar” Dom Eugênio Sales como um herói da ditadura seria, nesse momento, se fazer um levantamento sobre a responsabilidade da Igreja Católica no atraso do país. Como somos o maior país católico do mundo, chega a assustar o peso que o pensamento retrógrado da Igreja Católica teve na miséria, na pobreza da nossa terra varonil.
Esse projeto de indenizar pessoas que se consideram vítimas da ditadura é totalmente subjetivo. Qualquer um que viveu no Brasil durante a ditadura pode pedir indenização. É só argumentar que se sentiu prejudicado pelo governo. Sendo assim, em breve, as pessoas podem pedir indenização por se sentirem prejudicadas pela democracia. Os parentes dos que morrem de balas perdidas, dos que sofrem em assaltos e outros eventos provocados pela desordem social devem entrar com uma ação na justiça e pleitear a bolsa-democracia.
BRASIL ACIMA DE TUDO - Eu adoro os militares. Gostaria que eles voltassem ao poder através do voto. O Batalhão que eu mais gosto é o Grupamento Pára-quedista, o PQD. Esta oração a seguir foi encontrada por um General francês no bolso de um Pára-quedista morto em ação. Passou a ser a oração oficial do Pára-quedista militar brasileiro, conforme Boletim Interno nº 7, de 17 de Janeiro de 1969, da Brigada Aeroterrestre. É uma prece linda.
Dai-me, Senhor meu Deus, o que Vos resta;
Aquilo que ninguém Vos pede.
Não Vos peço o repouso nem a tranqüilidade,
Nem da alma nem do corpo.
Não Vos peço a riqueza nem o êxito nem a saúde;
Tantos Vos pedem isso, meu Deus,
Que já não Vos deve sobrar para dar.
Dai-me, Senhor, o que Vos resta,
Dai-me aquilo que todos recusam.
Quero a insegurança e a inquietação,
Quero a luta e a tormenta.
Dai-me isso, meu Deus, definitivamente;
Dai-me a certeza de que essa será a minha parte para sempre,
Porque nem sempre terei a coragem de Vo-la pedir.
Dai-me, Senhor, o que Vos resta,
Dai-me aquilo que os outros não querem;
Mas dai-me, também, a coragem
E a força e a fé.
6.4.08
1.4.08
UMA VIDA INVENTADA - "Eu sou capacho da Maitê". Foi assim que Ney Latorraca, com seu incível timming de comediante, animou a concorrida noite de autógrafos de Maitê Proença que lançava seu livro Uma Vida Inventada. "Fiquei a tarde inteira na piscina preparando esse texto", dizia ele. O texto de Ney elogiava a beleza, o caráter e o astral da atriz e escritora. E contava histórias engraçadas sobre ela. “Nunca pegue uma carona com a Maitê, pois ela é capaz de te deixar no meio do caminho embaixo de um temporal. Eu já passei por isso”, dizia Ney, arrancando gargalhadas da atriz e de seus convidados na fila de autógrafos.
O lançamento de Uma Vida Inventada lotou a Livraria Argumento de artistas, celebridades, jornalistas e fãs da estrela. Enquanto Ney discursava Betty Lago, Vitor Fasano e Claudia Gimenez, num clima bem humorado, faziam palhaçadas. Contavam piadas hilárias e brincavam com os fotógrafos que não se cansavam de disparar flashes. "Vocês estão parecendo Os Três Patetas", alfinetou Latorraca.
Beth Faria, a doçura em pessoa, chegou cedo, pegou seu autógrafo e ficou batendo papo com Mario Canivello, muito elegante, todo vestido de preto. Paulo Marinho foi um dos primeiros a chegar e o casal aproveitou o momento do autógrafo para matar as saudades. "Adoro essa mulher", dizia o ex-marido. Foi uma noite romântica. Marilia Pêra que o diga. Depois de pegar seu autógrafo, a Gioconda da novela Duas Caras ficou namorando o companheiro Bruno num cantinho do Café Severino. Os pombinhos só foram embora no final da noite.
Claudia Raia estava belíssima de cara lavada, sem nenhuma maquiagem, acompanhada de Edson Celulari. O ator foi o único que furou a fila, mas por um motivo justo: ele estava gravando a novela Beleza Pura e deu uma fugida só para dar um beijo na Maitê. Depois La Raia saiu apressada, puxado o marido pela mão. E quando os fotografos pediram para fotografá-los ela justificou: desculpem queridos, mas ele está atrasado para a gravação.
Foi uma noite divertida e alto astral, organizada pela sempre competente Liége Monteiro, ao lado do seu marido, o colunista Luiz Fernando, colaborador de Bruno Astuto na fervida coluna Página Três, do jornal O Dia. Marcos Ramos e Paulo Jabour fotografavam tudo para os principais jornais do Rio, enquanto a decana das colunistas de TV Regina Rito ficava atenta a tudo e a todos.
Cissa Guimarães destilava bom humor, assim como Bia Nunes, uma atriz fantástica que faz falta na TV. O novelista Manoel Carlos também estava lá, assim como a locomotiva Narcisa Tamborindeguy mais Jorge Salomão, Helcius Pintanguy, Gisela Amaral, mais um monte de gente. Depois da sessão de autógrafos, feliz com o sucesso da noite, Maitê seguiu com um pequeno grupo de amigos para um restaurante japonês ao lado da livraria. Chegando lá se juntou ao trio Beth Lago, Vitor Fasano e Claudia Gimenez para uma pequena farra de sushis, sashimis e saquês.
O lançamento de Uma Vida Inventada lotou a Livraria Argumento de artistas, celebridades, jornalistas e fãs da estrela. Enquanto Ney discursava Betty Lago, Vitor Fasano e Claudia Gimenez, num clima bem humorado, faziam palhaçadas. Contavam piadas hilárias e brincavam com os fotógrafos que não se cansavam de disparar flashes. "Vocês estão parecendo Os Três Patetas", alfinetou Latorraca.
Beth Faria, a doçura em pessoa, chegou cedo, pegou seu autógrafo e ficou batendo papo com Mario Canivello, muito elegante, todo vestido de preto. Paulo Marinho foi um dos primeiros a chegar e o casal aproveitou o momento do autógrafo para matar as saudades. "Adoro essa mulher", dizia o ex-marido. Foi uma noite romântica. Marilia Pêra que o diga. Depois de pegar seu autógrafo, a Gioconda da novela Duas Caras ficou namorando o companheiro Bruno num cantinho do Café Severino. Os pombinhos só foram embora no final da noite.
Claudia Raia estava belíssima de cara lavada, sem nenhuma maquiagem, acompanhada de Edson Celulari. O ator foi o único que furou a fila, mas por um motivo justo: ele estava gravando a novela Beleza Pura e deu uma fugida só para dar um beijo na Maitê. Depois La Raia saiu apressada, puxado o marido pela mão. E quando os fotografos pediram para fotografá-los ela justificou: desculpem queridos, mas ele está atrasado para a gravação.
Foi uma noite divertida e alto astral, organizada pela sempre competente Liége Monteiro, ao lado do seu marido, o colunista Luiz Fernando, colaborador de Bruno Astuto na fervida coluna Página Três, do jornal O Dia. Marcos Ramos e Paulo Jabour fotografavam tudo para os principais jornais do Rio, enquanto a decana das colunistas de TV Regina Rito ficava atenta a tudo e a todos.
Cissa Guimarães destilava bom humor, assim como Bia Nunes, uma atriz fantástica que faz falta na TV. O novelista Manoel Carlos também estava lá, assim como a locomotiva Narcisa Tamborindeguy mais Jorge Salomão, Helcius Pintanguy, Gisela Amaral, mais um monte de gente. Depois da sessão de autógrafos, feliz com o sucesso da noite, Maitê seguiu com um pequeno grupo de amigos para um restaurante japonês ao lado da livraria. Chegando lá se juntou ao trio Beth Lago, Vitor Fasano e Claudia Gimenez para uma pequena farra de sushis, sashimis e saquês.
17.3.08
São as águas de março fechando o verão... A chuva torrencial que caiu no último fim de semana parecia querer ratificar os versos de Tom Jobim. Foi quase um dilúvio o que aconteceu no último fim de semana do verão 2008. Mas ninguém pense que o verão ficou menos quente por causa da chuva. Muito mais do que o toró, o que marcou o último fim de semana do verão foi a festa de inauguração da boate Pachá, em Búzios. Cerca de 1.200 pessoas lotaram o espaçoso nigh-clube que chegou para deixar ainda mais agitado o charmoso balneário carioca.
“Búzios estava precisando de algo assim. Algo que abalasse as estruturas da cidade. E eu acho que a Pachá chegou com essa função”, disse o Secretário de Turismo Armando Ehrenfreund. Todos os elementos que fazem o sucesso de uma festa estiveram presentes na inauguração: pessoas interessantes, divertidas, gente bonita, alto astral, bebida farta, comidinhas e um ambiente agradável e descontraído. Havia tudo isso e muito mais na balada.
A Pachá Búzios é um empreendimento dos jovens empresários Mário Bulhões Pedreira e Benjamin Ramalho. Produtores de eventos de moda, shows e festas, os rapazes se associaram para realizar um sonho comum: ter o seu próprio clube. “Queríamos um lugar sofisticado, moderno e internacional. Por isso fomos buscar o know-how da Pacha, que é uma rede internacional de night-clubes, de origem espanhola”, disse Mário Bulhões a um grupo de jornalistas, antes do início da festa.
O Clube Pacha está localizado na Rua das Pedras, em frente à loja Sandpiper. No térreo fica a Sweet Pacha, um lounge com bar e restaurante. No subsolo a boate propriamente dita, uma imensa pista de dança, com áreas vips, dois bares e uma potente mesa de som. A parede que dá para o mar é toda de vidro e quem está dentro da casa tem direito a uma bela vista da praia da Armação.
Na noite de inauguração Benjamin e Mario apresentaram várias atrações. Um grupo de cinco garotas bonitas circulavam pela casa carregando, cada um delas, uma letra que juntas formavam o nome da boate. Depois, garotas seminuas dançavam sensualmente em cima de plataformas colocadas na pista de dança, deixando os bofes atacados. Depois uma queima de fogos na praia surpreendeu a todos, que puderam ver o espetáculo direto da pista de dança.
Personagens de Búzios como o surfista Zé, dono do Bar do Zé, foram prestigiar a festa. Assim como a socialite Renata Deschamps e o Secretário de Turismo Armando Ehrenfreund. Muitos cariocas saíram do Rio apenas para a inauguração da boate, como os empresários Napoleão Fonyat, dono da Sandpiper e Cidinho Pereira, dono da Bum Bum. A atriz Bárbara Borges esteve por lá, assim como Duda Nagle, Alexia Deschamps e o bonitão Nelsinho Tanure, filho do dono do JB.
Daniel Aguiar, o ator que interpreta Vlado, o vampiro da novela Caminhos do Coração, fez sucesso com o público feminino. Animando a festa o DJ francês Dacat, que já tocou em Ibiza, se mudou para Búzios e vai ser o DJ residente do Clube. O espanhol Juan Dias, residente do Clube Pachá de Ibiza, foi o DJ convidado da noite de abertura.
“Búzios estava precisando de algo assim. Algo que abalasse as estruturas da cidade. E eu acho que a Pachá chegou com essa função”, disse o Secretário de Turismo Armando Ehrenfreund. Todos os elementos que fazem o sucesso de uma festa estiveram presentes na inauguração: pessoas interessantes, divertidas, gente bonita, alto astral, bebida farta, comidinhas e um ambiente agradável e descontraído. Havia tudo isso e muito mais na balada.
A Pachá Búzios é um empreendimento dos jovens empresários Mário Bulhões Pedreira e Benjamin Ramalho. Produtores de eventos de moda, shows e festas, os rapazes se associaram para realizar um sonho comum: ter o seu próprio clube. “Queríamos um lugar sofisticado, moderno e internacional. Por isso fomos buscar o know-how da Pacha, que é uma rede internacional de night-clubes, de origem espanhola”, disse Mário Bulhões a um grupo de jornalistas, antes do início da festa.
O Clube Pacha está localizado na Rua das Pedras, em frente à loja Sandpiper. No térreo fica a Sweet Pacha, um lounge com bar e restaurante. No subsolo a boate propriamente dita, uma imensa pista de dança, com áreas vips, dois bares e uma potente mesa de som. A parede que dá para o mar é toda de vidro e quem está dentro da casa tem direito a uma bela vista da praia da Armação.
Na noite de inauguração Benjamin e Mario apresentaram várias atrações. Um grupo de cinco garotas bonitas circulavam pela casa carregando, cada um delas, uma letra que juntas formavam o nome da boate. Depois, garotas seminuas dançavam sensualmente em cima de plataformas colocadas na pista de dança, deixando os bofes atacados. Depois uma queima de fogos na praia surpreendeu a todos, que puderam ver o espetáculo direto da pista de dança.
Personagens de Búzios como o surfista Zé, dono do Bar do Zé, foram prestigiar a festa. Assim como a socialite Renata Deschamps e o Secretário de Turismo Armando Ehrenfreund. Muitos cariocas saíram do Rio apenas para a inauguração da boate, como os empresários Napoleão Fonyat, dono da Sandpiper e Cidinho Pereira, dono da Bum Bum. A atriz Bárbara Borges esteve por lá, assim como Duda Nagle, Alexia Deschamps e o bonitão Nelsinho Tanure, filho do dono do JB.
Daniel Aguiar, o ator que interpreta Vlado, o vampiro da novela Caminhos do Coração, fez sucesso com o público feminino. Animando a festa o DJ francês Dacat, que já tocou em Ibiza, se mudou para Búzios e vai ser o DJ residente do Clube. O espanhol Juan Dias, residente do Clube Pachá de Ibiza, foi o DJ convidado da noite de abertura.
6.3.08
PASTOR KAKÁ NA VOGUE RG – Ficaram incríveis as fotos do jogador Kaká na edição de Março da revista VOGUE RG que está nas bancas. O atleta do Milan botou a maior banca de modelo. As roupas são de Giorgio Armani e não é preciso dizer mais nada. Enrico Maria Volonté caprichou no styling. Botou um topete no jogador digno dos bons tempos de Elvis Presley. Numa das fotos ele aparece com uma ousada camisa de malha que deixa os ombros de fora. É o tipo de roupa que exige que o sujeito seja muito macho para usá-la. Noutra foto ele usa um cardigã de tirar o fôlego. O fato é que Kaká se saiu muito bem como modelo e valorizou as fotos de Emilio Tini e Mariano Vivanco, feitas em Milão.
Hermès Galvão, o editor da revista, queria alguém com um texto muito especial para escrever o perfil do atleta. E encomendou a matéria sobre o jogador ao dono desse blog. A primeira coisa que eu fiz foi entrevistar André, um jogador de futebol de praia de Copacabana e pedi que ele me contasse tudo sobre o Kaká. André é um sujeito que sabe tudo sobre futebol. Os times, os jogadores, as trajetórias dos artilheiros, os bastidores, as fofocas, etc. Quando eu lhe disse que ia entrevistar o atleta do Milan e da Seleção Brasileira ele me fez uma sugestão. “Pergunta o que ele acha dos casos de corrupção no futebol italiano”, sugeriu ele com um sorriso irônico.
Foi no sábado após o carnaval que eu liguei para Milão e bati um longo papo com Kaká. Ele foi um bom entrevistado e soube driblar as perguntas mais maldosas. Mas não fugiu da raia quando eu perguntei sobre os casos de corrupção no futebol italiano. No episódio o Milan, seu time, foi envolvido num rumoroso caso de manipulação de resultados. “Minha posição com relação a isso é de repúdio. Eu só entro em campo para ganhar”, me disse ele com firmeza na voz. Quando perguntei como era sua relação com Silvio Berluscone, o polêmico presidente do Milan, Kaká respondeu que era uma relação cordial. “O Berluscone sempre vai cumprimentar os jogadores no vestiário depois das partidas”, disse.
Kaká, de um jeito muito educado e gentil, se recusou a responder perguntas sobre sua relação com os bispos da Igreja Renascer. Sua voz me pareceu desconfortável quando falamos no assunto. Em compensação ele não economizou palavras na hora de falar do estilista Giorgio Armani, para quem, há quatro anos, trabalha como modelo. “O Armani é um amigo”, contou Kaká que costuma frequentar o Nobu, o restaurante japonês que fica dentro da loja do estilista em Milão.
Kaká se mostra muito à vontade quando fala de Milão, cidade que é o centro da indústria da moda italiana. O atleta foi a personalidade mais fotografada na primeira fila do desfile da coleção de Armani na Semana da Moda de Milão. “Aqui é perto de Florença, Roma, Veneza e Paris. Sempre que tenho uma folga viajo com minha mulher para uma dessas cidades”, disse. Sua voz ficou emocionada quando falou dos sentimentos novos que está descobrindo desde que soube que vai ser pai.
O momento mais “saia-justa” do nosso bate-papo foi quando eu perguntei se ele tinha ficado chateado pelo fato da revista G-Magazine ter publicado um ensaio onde o modelo Lucas Pugliese, que é muito parecido com o atleta, aparece nu. “Não me aborreci, nem fiquei chateado com o ensaio da G-Magazine. Mas aquilo é algo que não me diz respeito”, disse o craque do Milan. E quando perguntei o que ele achava dos gays ele fez uma pausa e respondeu com uma questão: posso pular essa pergunta?
A Bíblia e a religião também foram temas de nossa conversa. À vontade com o assunto, o atleta contou que já leu a Bíblia três vezes, do principio ao fim. Afirmou que não é um fanático religioso. “Sou apenas um homem que cultiva os valores bíblicos”. E disse que não doou o prêmio de melhor jogador do mundo para a igreja Renascer. “Eu apenas fiz uma oferta para Deus em agradecimento a uma graça alcançada”, argumentou.
David Beckham também foi assunto da nossa conversa. Quando o inglês esteve no Rio Grande do Norte para lançar um projeto imobiliário disse que Kaká havia merecido ganhar o troféu de melhor jogador do ano da Fifa. “Kaká é melhor jogador e é mais bonito do que eu”. Eu perguntei ao Kaká o que ele tinha achado dessa declaração. Foi o momento em que ele me pareceu mais descontraído. Rindo muito ele me devolveu a pergunta. “Ele disse isso mesmo? Que eu sou mais bonito do que ele?” Deu uma gargalhada, demonstrando estar se divertindo e respondeu com a voz firme ainda em meio ao sorriso: “Eu discordo do que ele disse. O Beckham é muito mais bonito do que o Kaká”, afirmou.
No meio da conversa Kaká me perguntou como tinham ficado as fotos que ele havia feito para a revista. Eu disse que tinham ficado muito boas, que ele estava cheio de estilo nas fotos. E ele me pareceu curioso para ver o resultado. “Quando é que sai a revista? Quero ver como ficaram as fotos”, disse o bom moço do futebol internacional. Espero que ele goste do texto. No final da nossa conversa eu pedi para ele fazer uma citação da Bíblia, especialmente para os leitores da revista. Ele citou o Salmo 37, versículo 4. Quer saber o que diz? Compre a VOGUE RG...
Hermès Galvão, o editor da revista, queria alguém com um texto muito especial para escrever o perfil do atleta. E encomendou a matéria sobre o jogador ao dono desse blog. A primeira coisa que eu fiz foi entrevistar André, um jogador de futebol de praia de Copacabana e pedi que ele me contasse tudo sobre o Kaká. André é um sujeito que sabe tudo sobre futebol. Os times, os jogadores, as trajetórias dos artilheiros, os bastidores, as fofocas, etc. Quando eu lhe disse que ia entrevistar o atleta do Milan e da Seleção Brasileira ele me fez uma sugestão. “Pergunta o que ele acha dos casos de corrupção no futebol italiano”, sugeriu ele com um sorriso irônico.
Foi no sábado após o carnaval que eu liguei para Milão e bati um longo papo com Kaká. Ele foi um bom entrevistado e soube driblar as perguntas mais maldosas. Mas não fugiu da raia quando eu perguntei sobre os casos de corrupção no futebol italiano. No episódio o Milan, seu time, foi envolvido num rumoroso caso de manipulação de resultados. “Minha posição com relação a isso é de repúdio. Eu só entro em campo para ganhar”, me disse ele com firmeza na voz. Quando perguntei como era sua relação com Silvio Berluscone, o polêmico presidente do Milan, Kaká respondeu que era uma relação cordial. “O Berluscone sempre vai cumprimentar os jogadores no vestiário depois das partidas”, disse.
Kaká, de um jeito muito educado e gentil, se recusou a responder perguntas sobre sua relação com os bispos da Igreja Renascer. Sua voz me pareceu desconfortável quando falamos no assunto. Em compensação ele não economizou palavras na hora de falar do estilista Giorgio Armani, para quem, há quatro anos, trabalha como modelo. “O Armani é um amigo”, contou Kaká que costuma frequentar o Nobu, o restaurante japonês que fica dentro da loja do estilista em Milão.
Kaká se mostra muito à vontade quando fala de Milão, cidade que é o centro da indústria da moda italiana. O atleta foi a personalidade mais fotografada na primeira fila do desfile da coleção de Armani na Semana da Moda de Milão. “Aqui é perto de Florença, Roma, Veneza e Paris. Sempre que tenho uma folga viajo com minha mulher para uma dessas cidades”, disse. Sua voz ficou emocionada quando falou dos sentimentos novos que está descobrindo desde que soube que vai ser pai.
O momento mais “saia-justa” do nosso bate-papo foi quando eu perguntei se ele tinha ficado chateado pelo fato da revista G-Magazine ter publicado um ensaio onde o modelo Lucas Pugliese, que é muito parecido com o atleta, aparece nu. “Não me aborreci, nem fiquei chateado com o ensaio da G-Magazine. Mas aquilo é algo que não me diz respeito”, disse o craque do Milan. E quando perguntei o que ele achava dos gays ele fez uma pausa e respondeu com uma questão: posso pular essa pergunta?
A Bíblia e a religião também foram temas de nossa conversa. À vontade com o assunto, o atleta contou que já leu a Bíblia três vezes, do principio ao fim. Afirmou que não é um fanático religioso. “Sou apenas um homem que cultiva os valores bíblicos”. E disse que não doou o prêmio de melhor jogador do mundo para a igreja Renascer. “Eu apenas fiz uma oferta para Deus em agradecimento a uma graça alcançada”, argumentou.
David Beckham também foi assunto da nossa conversa. Quando o inglês esteve no Rio Grande do Norte para lançar um projeto imobiliário disse que Kaká havia merecido ganhar o troféu de melhor jogador do ano da Fifa. “Kaká é melhor jogador e é mais bonito do que eu”. Eu perguntei ao Kaká o que ele tinha achado dessa declaração. Foi o momento em que ele me pareceu mais descontraído. Rindo muito ele me devolveu a pergunta. “Ele disse isso mesmo? Que eu sou mais bonito do que ele?” Deu uma gargalhada, demonstrando estar se divertindo e respondeu com a voz firme ainda em meio ao sorriso: “Eu discordo do que ele disse. O Beckham é muito mais bonito do que o Kaká”, afirmou.
No meio da conversa Kaká me perguntou como tinham ficado as fotos que ele havia feito para a revista. Eu disse que tinham ficado muito boas, que ele estava cheio de estilo nas fotos. E ele me pareceu curioso para ver o resultado. “Quando é que sai a revista? Quero ver como ficaram as fotos”, disse o bom moço do futebol internacional. Espero que ele goste do texto. No final da nossa conversa eu pedi para ele fazer uma citação da Bíblia, especialmente para os leitores da revista. Ele citou o Salmo 37, versículo 4. Quer saber o que diz? Compre a VOGUE RG...
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