Não importa quantos passos você deu para trás, o importante é quantos passos, agora, você vai dar para frente.
29.7.06
28.7.06
SER GAY É PADECER NO PARAÍSO - As cores do arco-íris dão vida a esse blog numa homenagem a Parada Gay do Rio. Para homenagear gays e lésbicas de todos os matizes aqui está uma seleção de textos de importantes pensadores homossexuais. Leiam a seguir uma pequena mostra do pensamento intelectual de quatro grandes escritores gays. Michael Cunningham, escritor americano, é autor dos livros As Horas e Uma casa no fim do mundo. Um grande romancista. Um pensador refinado e lúcido. Charles Baudelaire é um clássico indiscutível. Oscar Wilde deu o que falar na sua época e até hoje é um simbolo para gays e lésbicas de todo o mundo. E Eugênio de Andrade é um poeta português que não fica nada a dever a Fernando Pessoa. Veja a seguir o que eles escreveram sobre o mundo, a vida e o homem.
Damos festas, abandonamos as nossas famílias para vivermos sós no Canadá, batalhamos para escrever livros que não mudam o mundo apesar das nossas dádivas e dos nossos imensos esforços, das nossas absurdas esperanças. Vivemos as nossas vidas, fazemos seja o que for que fazemos e depois dormimos: é tão simples e tão normal como isso. Alguns atiram-se de janelas, ou afogam-se, ou tomam comprimidos; um número maior morre por acidente, e a maioria, a imensa maioria é lentamente devorada por alguma doença ou, com muita sorte, pelo próprio tempo. Há apenas uma consolação: uma hora aqui ou ali em que as nossas vidas parecem, contra todas as probabilidades e expectativas, abrir-se de repente e dar-nos tudo quanto jamais imaginamos, embora todos, exceto as crianças (e talvez até elas), saibamos que a estas horas se seguirão inevitavelmente outras, muito mais negras e mais difíceis. Mesmo assim, adoramos a cidade, a manhã, mesmo assim desejamos, acima de tudo, mais. - Michael Cunningham, in "As Horas"
É impossível ler qualquer jornal, seja de que dia for, ou de que mês, ou de que ano, sem aí encontrar, em cada linha, os sinais da perversidade humana mais espantosa, ao mesmo tempo que as presunções mais surpreendentes de probidade, de bondade, de caridade, a as afirmações mais descaradas, relativas ao progresso e à civilização.
Qualquer jornal, da primeira linha à última, não passa de um tecido de horrores. Guerras, crimes, roubos, impudicícias, torturas, crimes dos príncipes, crimes das nações, crimes dos particulares, uma embriaguez de atrocidade universal.
E é com este repugnante aperitivo que o homem civilizado acompanha a sua refeição de todas as manhãs. Tudo, neste mundo, transpira o crime: o jornal, a muralha e o rosto do homem. Não compreendo que uma mão pura possa tocar num jornal sem uma convulsão de asco. - Charles Baudelaire, in "Diário Íntimo"
Acredito que se um homem vivesse a sua vida plenamente, desse forma a cada sentimento, expressão a cada pensamento, realidade a cada sonho, acredito que o mundo beneficiaria de um novo impulso de energia tão intenso que esqueceríamos todas as doenças da época medieval e regressaríamos ao ideal helênico, possivelmente até a algo mais depurado e mais rico do que o ideal helênico. Mas o mais corajoso homem entre nós tem medo de si próprio. A mutilação do selvagem sobrevive tragicamente na autonegação que nos corrompe a vida. Somos castigados pelas nossas renúncias. Cada impulso que tentamos estrangular germina no cérebro e envenena-nos. O corpo peca uma vez, e acaba com o pecado, porque a ação é um modo de expurgação. Nada mais permanece além da lembrança de um prazer ou o luxo de um remorso. A única maneira de nos livrarmos de uma tentação é cedermos a ela. Se lhe resistirmos, a nossa alma adoece com o anseio das coisas que se proibiu, com o desejo daquilo que as suas monstruosas leis tornaram monstruoso e ilegal. Já se disse que os grandes acontecimentos do mundo ocorrem no cérebro. É também no cérebro, e apenas neste, que ocorrem os grandes pecados do mundo. - Oscar Wilde, in "O Retrato de Dorian Gray"
Que tempo é o nosso? Há quem diga que é um tempo a que falta amor. Convenhamos que é, pelo menos, um tempo em que tudo o que era nobre foi degradado, convertido em mercadoria. A obsessão do lucro foi transformando o homem num objeto com preço marcado. Estrangeiro a si próprio, surdo ao apelo do sangue, asfixiando a alma por todos os meios ao seu alcance, o que vem à tona é o mais abominável dos simulacros. Toda a arte moderna nos dá conta dessa catástrofe: o desencontro do homem com o homem. A sua grandeza reside nessa denúncia; a sua dignidade, em não pactuar com a mentira; a sua coragem, em arrancar máscaras e máscaras.
E poderia ser de outro modo? Num tempo em que todo o pensamento dogmático é mais do que suspeito, em que todas as morais se esbarrondam por alheias à «sabedoria» do corpo, em que o privilégio de uns poucos é utilizado implacavelmente para transformar o indivíduo em «cadáver adiado que procria», como poderia a arte deixar de refletir uma tal situação, se cada palavra, cada ritmo, cada cor, onde espírito e sangue ardem no mesmo fogo, estão arraigados no próprio cerne da vida?
Desamparado até à medula, afogado nas águas difíceis da sua contradição, morrendo à míngua de autenticidade - eis o homem! Eis a triste, mutilada face humana, mais nostálgica de qualquer doutrina teológica que preocupada com uma problemática moral, que não sabe como fundar e instituir, pois nenhuma fará autoridade se não tiver em conta a totalidade do ser; nenhuma, em que espírito e vida sejam concebidos como irreconciliáveis; nenhuma, enquanto reduzir o homem a um fragmento do homem. Nós aprendemos com Pascal que o erro vem da exclusão. - Eugênio de Andrade, in "Os Afluentes do Silêncio"
Damos festas, abandonamos as nossas famílias para vivermos sós no Canadá, batalhamos para escrever livros que não mudam o mundo apesar das nossas dádivas e dos nossos imensos esforços, das nossas absurdas esperanças. Vivemos as nossas vidas, fazemos seja o que for que fazemos e depois dormimos: é tão simples e tão normal como isso. Alguns atiram-se de janelas, ou afogam-se, ou tomam comprimidos; um número maior morre por acidente, e a maioria, a imensa maioria é lentamente devorada por alguma doença ou, com muita sorte, pelo próprio tempo. Há apenas uma consolação: uma hora aqui ou ali em que as nossas vidas parecem, contra todas as probabilidades e expectativas, abrir-se de repente e dar-nos tudo quanto jamais imaginamos, embora todos, exceto as crianças (e talvez até elas), saibamos que a estas horas se seguirão inevitavelmente outras, muito mais negras e mais difíceis. Mesmo assim, adoramos a cidade, a manhã, mesmo assim desejamos, acima de tudo, mais. - Michael Cunningham, in "As Horas"
É impossível ler qualquer jornal, seja de que dia for, ou de que mês, ou de que ano, sem aí encontrar, em cada linha, os sinais da perversidade humana mais espantosa, ao mesmo tempo que as presunções mais surpreendentes de probidade, de bondade, de caridade, a as afirmações mais descaradas, relativas ao progresso e à civilização.
Qualquer jornal, da primeira linha à última, não passa de um tecido de horrores. Guerras, crimes, roubos, impudicícias, torturas, crimes dos príncipes, crimes das nações, crimes dos particulares, uma embriaguez de atrocidade universal.
E é com este repugnante aperitivo que o homem civilizado acompanha a sua refeição de todas as manhãs. Tudo, neste mundo, transpira o crime: o jornal, a muralha e o rosto do homem. Não compreendo que uma mão pura possa tocar num jornal sem uma convulsão de asco. - Charles Baudelaire, in "Diário Íntimo"
Acredito que se um homem vivesse a sua vida plenamente, desse forma a cada sentimento, expressão a cada pensamento, realidade a cada sonho, acredito que o mundo beneficiaria de um novo impulso de energia tão intenso que esqueceríamos todas as doenças da época medieval e regressaríamos ao ideal helênico, possivelmente até a algo mais depurado e mais rico do que o ideal helênico. Mas o mais corajoso homem entre nós tem medo de si próprio. A mutilação do selvagem sobrevive tragicamente na autonegação que nos corrompe a vida. Somos castigados pelas nossas renúncias. Cada impulso que tentamos estrangular germina no cérebro e envenena-nos. O corpo peca uma vez, e acaba com o pecado, porque a ação é um modo de expurgação. Nada mais permanece além da lembrança de um prazer ou o luxo de um remorso. A única maneira de nos livrarmos de uma tentação é cedermos a ela. Se lhe resistirmos, a nossa alma adoece com o anseio das coisas que se proibiu, com o desejo daquilo que as suas monstruosas leis tornaram monstruoso e ilegal. Já se disse que os grandes acontecimentos do mundo ocorrem no cérebro. É também no cérebro, e apenas neste, que ocorrem os grandes pecados do mundo. - Oscar Wilde, in "O Retrato de Dorian Gray"
Que tempo é o nosso? Há quem diga que é um tempo a que falta amor. Convenhamos que é, pelo menos, um tempo em que tudo o que era nobre foi degradado, convertido em mercadoria. A obsessão do lucro foi transformando o homem num objeto com preço marcado. Estrangeiro a si próprio, surdo ao apelo do sangue, asfixiando a alma por todos os meios ao seu alcance, o que vem à tona é o mais abominável dos simulacros. Toda a arte moderna nos dá conta dessa catástrofe: o desencontro do homem com o homem. A sua grandeza reside nessa denúncia; a sua dignidade, em não pactuar com a mentira; a sua coragem, em arrancar máscaras e máscaras.
E poderia ser de outro modo? Num tempo em que todo o pensamento dogmático é mais do que suspeito, em que todas as morais se esbarrondam por alheias à «sabedoria» do corpo, em que o privilégio de uns poucos é utilizado implacavelmente para transformar o indivíduo em «cadáver adiado que procria», como poderia a arte deixar de refletir uma tal situação, se cada palavra, cada ritmo, cada cor, onde espírito e sangue ardem no mesmo fogo, estão arraigados no próprio cerne da vida?
Desamparado até à medula, afogado nas águas difíceis da sua contradição, morrendo à míngua de autenticidade - eis o homem! Eis a triste, mutilada face humana, mais nostálgica de qualquer doutrina teológica que preocupada com uma problemática moral, que não sabe como fundar e instituir, pois nenhuma fará autoridade se não tiver em conta a totalidade do ser; nenhuma, em que espírito e vida sejam concebidos como irreconciliáveis; nenhuma, enquanto reduzir o homem a um fragmento do homem. Nós aprendemos com Pascal que o erro vem da exclusão. - Eugênio de Andrade, in "Os Afluentes do Silêncio"
NEGRO AMOR – Chegou ao fim a temporada do cantor Toni Platão na livraria Letras & Expressões. Foram vinte apresentações impecáveis de um dos melhores shows dos últimos anos. O sucesso foi tanto que a gravadora Som Livre fechou contrato com o artista para lançar o CD com o repertório do show. O disco Negro Amor vai incluir, entre outras pérolas, sua magnífica versão da música Mamy Blue, que Toni recriou de um jeito sensacional e costuma ser o grande momento do show graças a força dramática que o artista imprime à sua interpretação. Mamy Blue já foi gravada por gente como Demis Roussos, Dalida , Paul Muriat e Celine Dion. Mas foi a versão de Rick Shayne que marcou a infância do cantor e se tornou sua primeira lembrança do que seria uma música pop.
O grande trunfo de Toni Platão são as apresentações ao vivo. Ele é um performer incrível, capaz de transformar músicas conhecidas em canções absolutamente originais. Sua voz é poderosa e cheia de nuances. Varia do timbre de barítono até o falsete no estilo Ney Matogrosso, passando pelo suave sussurro inspirado em João Gilberto. O que houve com a voz do Toni Platão? Perguntou o ator Valter Marcelo quando assistiu ao show pela segunda vez. É que nas últimas apresentações na livraria Letras & Expressões Toni começou a brincar com seus timbres. Cantou algumas músicas quase sussurrando, sibilando as palavras, surpreendendo o público com um jeito novo de se expressar. Realmente a canção brasileira está diante de um cantor mágico.
Toni Platão volta aos palcos no dia 7 de Agosto, quando inicia uma temporada no Mistura Fina, na Lagoa.
MAMY BLUE
I may be your forgotten son
who wandered off at twenty one
it's sad to find myself at home,
oh ma.
If I could only hold your hand
and say I'm sorry yes I am
I'm sure you really understand
oh, Ma, where are you now.
Oh, Mamy, oh, Mamy - Mamy - blue
oh, Mamy - Blue
The house we shared upon the hill
seems lifeless but it's standing still
and memories of childhood days
fill my mind, oh Mamy, Mamy, Mamy.
I've seen enough of different lights
seen tired days and lonely nights
and now without you by my side
I'm lost, how can I survive.
Oh, Mamy...
Nobody who takes care of me
who loves me, who has time for me
the walls look silent at my face
oh, Ma, so dead is our place.
The sky is dark, the wind is rough
and now I know what I have lost
the house is not a home at all
I'm leaving, the future seems so small.
m leaving, the future seems so small.
O grande trunfo de Toni Platão são as apresentações ao vivo. Ele é um performer incrível, capaz de transformar músicas conhecidas em canções absolutamente originais. Sua voz é poderosa e cheia de nuances. Varia do timbre de barítono até o falsete no estilo Ney Matogrosso, passando pelo suave sussurro inspirado em João Gilberto. O que houve com a voz do Toni Platão? Perguntou o ator Valter Marcelo quando assistiu ao show pela segunda vez. É que nas últimas apresentações na livraria Letras & Expressões Toni começou a brincar com seus timbres. Cantou algumas músicas quase sussurrando, sibilando as palavras, surpreendendo o público com um jeito novo de se expressar. Realmente a canção brasileira está diante de um cantor mágico.
Toni Platão volta aos palcos no dia 7 de Agosto, quando inicia uma temporada no Mistura Fina, na Lagoa.
MAMY BLUE
I may be your forgotten son
who wandered off at twenty one
it's sad to find myself at home,
oh ma.
If I could only hold your hand
and say I'm sorry yes I am
I'm sure you really understand
oh, Ma, where are you now.
Oh, Mamy, oh, Mamy - Mamy - blue
oh, Mamy - Blue
The house we shared upon the hill
seems lifeless but it's standing still
and memories of childhood days
fill my mind, oh Mamy, Mamy, Mamy.
I've seen enough of different lights
seen tired days and lonely nights
and now without you by my side
I'm lost, how can I survive.
Oh, Mamy...
Nobody who takes care of me
who loves me, who has time for me
the walls look silent at my face
oh, Ma, so dead is our place.
The sky is dark, the wind is rough
and now I know what I have lost
the house is not a home at all
I'm leaving, the future seems so small.
m leaving, the future seems so small.
21.7.06
MULHERES NO PODER – A corrida presidencial começou a ficar animada com o crescimento do nome da senadora Heloisa Helena nas pesquisas de intenção de votos. Os senhores da mídia já haviam decidido que a disputa ficaria apenas entre Lula e Alckmin, o sujo e o mal lavado, mas parece que não vai ser bem assim. Muito antes das últimas pesquisas eu já tinha decidido votar na Heloisa Helena para Presidente. Por que não uma mulher?
O Lula não vai levar essa fácil não, me disse um Coronel do Exército durante a Festa em Louvor ao Caboclo Rei das Selvas, ritual do candoblé, no Ile Ase Omi, na Ilha do Governador. Depois de tudo o que houve, ele nem pense que vai ser fácil ganhar essa eleição, enfatizou o militar, deixando subtendida sua indignação com o atual inquilino do Palácio do Planalto.
A sociedade brasileira é muito machista, chauvinista. Como vai reagir a uma presidente mulher? Vai ser divertido observar esse conflito. Parece que o mundo vive um momento mulher na política. O Chile, provando que está na vanguarda da economia e da política na América do Sul, já é governado por uma mulher, Michelle Bachelet. Na Alemanha Ângela Merkel é a primeira ministra. E é possível que Hillary Clinton seja a próxima presidente dos Estados Unidos. Por que não embarcar nessa new wave e eleger Heloisa Helena?
A mulher no poder não significa que o mundo necessariamente vá melhorar. Estão aí Condoleezza Rice e Rosinha Garotinho que não me deixam mentir. Condoleezza é uma escrota, filha da puta, a serviço da máfia de George Bush. E Rosinha é uma pilantra, batedora de carteira, a serviço do seu próprio bolso.
E por falar em mulheres na política, semana passada recebi na rua um panfleto das candidatas Denise Frossard e Solange Amaral. Não consegui evitar um sorriso ao ver as fotos das duas meninas. Nunca tinha visto nada tão viril na política carioca. Semanas atrás, no Leblon, a candidata Solange Amaral promoveu uma manifestação em prol de sua candidatura. Parecia uma festa gay, tal a quantidade de moças que gostam de moças. Viva o Brasil moderno.
O NOME DELA É SUZANE – Clarissa Matheus, filha de Rosinha Garotinho, foi apelidada pelas suas próprias amigas de Suzane, numa referência a Suzane von Richthofen. Pelas costas, as amigas da moça só a chamam de Suzane. É que Clarissa é ambiciosa, tem mania de grandeza, tem pretensões a carreira política e só pensa em ganhar dinheiro. Ela é falsa e dissimulada. Só pensa em dar um grande golpe. Uma tremenda Suzane, disse a neta de um famoso empresário, se referindo a amiga. Te cuida Rosinha, para não levar paulada na cabeça...
DINHEIRO É TUDO – Uma famosa atriz de novelas contava ao seu maquiador favorito, que uma colega de profissão havia lhe pedido 40 mil reais emprestados. 40 mil reais? Mas ela já está devendo 20 mil para fulana e 30 mil para sicrana, argumentou o rapaz enquanto passava um rímel marrom claro nos cílios da estrela. Você não vai emprestar, não é fofa? A estrela global piscou os olhos várias vezes e fulminou: Claro que vou emprestar. Afinal, 40 mil reais não significa nada para mim. Mesmo que a sujeita não me pague eu não quero perder essa oportunidade de mostrar para ela que eu posso!
O Lula não vai levar essa fácil não, me disse um Coronel do Exército durante a Festa em Louvor ao Caboclo Rei das Selvas, ritual do candoblé, no Ile Ase Omi, na Ilha do Governador. Depois de tudo o que houve, ele nem pense que vai ser fácil ganhar essa eleição, enfatizou o militar, deixando subtendida sua indignação com o atual inquilino do Palácio do Planalto.
A sociedade brasileira é muito machista, chauvinista. Como vai reagir a uma presidente mulher? Vai ser divertido observar esse conflito. Parece que o mundo vive um momento mulher na política. O Chile, provando que está na vanguarda da economia e da política na América do Sul, já é governado por uma mulher, Michelle Bachelet. Na Alemanha Ângela Merkel é a primeira ministra. E é possível que Hillary Clinton seja a próxima presidente dos Estados Unidos. Por que não embarcar nessa new wave e eleger Heloisa Helena?
A mulher no poder não significa que o mundo necessariamente vá melhorar. Estão aí Condoleezza Rice e Rosinha Garotinho que não me deixam mentir. Condoleezza é uma escrota, filha da puta, a serviço da máfia de George Bush. E Rosinha é uma pilantra, batedora de carteira, a serviço do seu próprio bolso.
E por falar em mulheres na política, semana passada recebi na rua um panfleto das candidatas Denise Frossard e Solange Amaral. Não consegui evitar um sorriso ao ver as fotos das duas meninas. Nunca tinha visto nada tão viril na política carioca. Semanas atrás, no Leblon, a candidata Solange Amaral promoveu uma manifestação em prol de sua candidatura. Parecia uma festa gay, tal a quantidade de moças que gostam de moças. Viva o Brasil moderno.
O NOME DELA É SUZANE – Clarissa Matheus, filha de Rosinha Garotinho, foi apelidada pelas suas próprias amigas de Suzane, numa referência a Suzane von Richthofen. Pelas costas, as amigas da moça só a chamam de Suzane. É que Clarissa é ambiciosa, tem mania de grandeza, tem pretensões a carreira política e só pensa em ganhar dinheiro. Ela é falsa e dissimulada. Só pensa em dar um grande golpe. Uma tremenda Suzane, disse a neta de um famoso empresário, se referindo a amiga. Te cuida Rosinha, para não levar paulada na cabeça...
DINHEIRO É TUDO – Uma famosa atriz de novelas contava ao seu maquiador favorito, que uma colega de profissão havia lhe pedido 40 mil reais emprestados. 40 mil reais? Mas ela já está devendo 20 mil para fulana e 30 mil para sicrana, argumentou o rapaz enquanto passava um rímel marrom claro nos cílios da estrela. Você não vai emprestar, não é fofa? A estrela global piscou os olhos várias vezes e fulminou: Claro que vou emprestar. Afinal, 40 mil reais não significa nada para mim. Mesmo que a sujeita não me pague eu não quero perder essa oportunidade de mostrar para ela que eu posso!
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