IPANEMA EM LÁGRIMAS – Poderia ser a trama de uma novela do Gilberto Braga, mas essa é uma história real. Um advogado de Ipanema, cinquentão, boa pinta, estava no sossego do seu lar quando o telefone tocou. Do outro lado da linha, ligando do interior de Minas Gerais, um rapaz que o advogado nunca tinha ouvido falar, se apresentou e disse que era seu filho. Com a voz firme e pausada contou a história de sua vida, falou sobre sua mãe e sobre o romance que ela teve no passado com um jovem estudante que morou um certo tempo em sua cidade.
O advogado ficou impressionado com aquela situação inusitada e convidou o rapaz para vir ao Rio, pois queria conhecê-lo pessoalmente. Hospedou-o num excelente hotel em Ipanema e o levou para jantar no Satyricom onde tiveram um primeiro contato carregado de emoção. Em nenhum momento o pai duvidou da história do rapaz que, desde o primeiro instante, lhe pareceu uma pessoa correta. Não teve grandes dúvidas sobre a veracidade da história. Realmente, na juventude, havia morado naquela cidadezinha do interior de Minas. Além disso, apesar de ser um sujeito de muitos amores, nunca havia esquecido nenhuma de suas namoradas. E lembrava muito bem da jovem que havia namorado naquela cidade, antes de se mudar para a Capital a fim de estudar Direito.
O rapaz contou que quando a mãe descobriu que estava grávida seu ex-namorado já tinha mudado da cidade. Ao contar aos pais o que estava acontecendo a família resolveu assumir a criança e o menino foi criado pelo avô e pela avó, que nunca esconderam a verdade do garoto. Quando adolescente ele quis procurar o pai, mas o avô o desencorajou. Dizia que ali nada lhe faltava e tinha receio de que o garoto se decepcionasse ou fosse mal recebido. O menino então decidiu acatar o desejo do avô, mas cresceu com o sonho secreto de um dia encontrar seu verdadeiro pai. Quando o avô morreu, meses atrás, ele decidiu correr o risco e procurar seu verdadeiro pai. Através do nome completo que a mãe lhe tinha dito quando ainda era criança, procurou a OAB até chegar ao advogado de Ipanema.
Esta semana saiu o resultado positivo do exame de DNA que ambos, de comum acordo, mandaram fazer. Agora os dois estão felicíssimos. O mais bacana nessa história é que o pai acreditou na história do filho antes mesmo de fazer o exame. E essa é uma excelente maneira de dar início a uma amizade. Agora o advogado, que até semanas atrás não tinha filho algum, tem um primogênito de vinte e oito anos que curte, respeita e admira. E até o fim do ano será pai de um segundo, já que sua mulher está grávida e vai dar a luz no segundo semestre.
A vida é bela.
LE ROMAN DE RIO – Está sendo lançado na França, com noite de autógrafos na Embaixada Brasileira em Paris no dia 16, o livro Le Roman de Rio, do repórter da revista L´Express Axel Gylden. Em 2005 durante as comemorações do Ano do Brasil na França o jornalista veio ao Rio fazer uma pesquisa sobre o seu livro. Circulou pela zona sul, pelo subúrbio, foi a Petrópolis, Terezópolis, Búzios e Parati, entrevistou antropólogos e hsitoriadores, curtiu nossa música e nossas praias, degustou a nossa culinária e procurou viver um pouco do cotidiano do carioca. E, a partir desse trabalho criou um roamance ambientado na cidade.
FOTOS TROPICAIS – Clique no link ao lado e veja um punhado de fotos. Memórias fotográficas deste blog que vos fala.
O LIVRO É O MELHOR AMIGO DO HOMEM - O escritor e cineasta Clive Barker está com um novo livro na praça: Galilee. É um romance sobre uma importante e tradicional família americana envolvida numa seqüência de tragédias. Qualquer semelhança com a família Kennedy é apenas coincidência. A literatura de Mr Barker é original. Ele possui um estilo muito interessante de contar suas histórias. Seus personagens estão sempre dizendo ao leitor que a vida real é algo sem importância. Que existe uma vida muito mais interessante num mundo paralelo ao qual nós, simples mortais, não temos acesso.
De Clive Barker li O desfiladeiro do medo, um perturbador romance sobre Hollywood. Ou melhor, sobre os fantasmas que habitam a indústria do cinema americano. Narra a história de um grande astro de Hollywood que, depois de fazer uma operação plástica mal sucedida, se vê obrigado a se esconder do público e da imprensa. Ele vai para uma mansão num vale isolado de tudo e de todos. Nesse lugar misterioso, o desfiladeiro do medo, existe uma passagem secreta onde, quem atravessa, encontra os fantasmas de alguns dos mais famosos astros de Hollywood. É divertido e excitante, já que o autor mistura personagens fictícios com estrelas da vida real como Quentin Tarantino e Madonna. Mas eu não agüentei ler o livro até o final, pois me envolvi muito com a história e comecei a ficar com medo dos fantamas de Tyrone Power, Heddy Lamar e Glória Swanson.
De Clive Barker também li o romance Sacramento, uma instigante trama de terror, ambientada no final dos anos 80, no auge da paranóia provocada pela aids. Conta a história de Will Rabjohns, um menino que muda para uma pequena cidade do interior da Inglaterra depois que o seu irmão mais velho morre atropelado. Solitário e carente, ele costuma fazer passeios pelas paisagens desertas da região. Um dia encontra um homem estranho, que mora numa espécie de castelo abandonado. Esse homem, que tem ligações com o sobrenatural, transforma o garoto numa espécie de discípulo, para que no futuro, quando adulto, casado e com filhos, Will possa ajudá-lo a dominar o mundo. Estar casado e com filhos é fundamental para que Will ajude na realização do projeto megalomaníaco do vilão. O que o ser misterioso não contava é que, quando crescesse, Will seria homossexual, e sua orientação sexual viria atrapalhar seus planos diabólicos.
O livro tem todos os clichês dos romances de terror e suspense. Uma criança solitária, a mudança para uma cidadezinha, uma casa abandonada, seres estranhos e acertos de contas com o passado. O diferencial nessa história de elementos clássicos é que o personagem principal, Will Rabjohns, é homossexual e essa característica de sua personalidade provoca uma reviravolta inesperada nos rumos da história.
Quando adulto Will Rabjohns transforma-se num famoso fotógrafo da vida selvagem, especializado em fotografar animais em extinção. Um dia ele é atacado por um urso polar, fica um bom tempo em estado de coma e quando acorda encontra a população gay de São Francisco sendo dizimada por uma doença que ele não cita no livro, mas todos nós sabemos qual é. “Seriam os homossexuais animais em extinção?” Pergunta um personagem a certa altura. Will então responde: “Que nada. Nesse momento dezenas de bebês veados estão nascendo em todo o mundo”. O vilão da história, uma espécie de vampiro que o autor chama de nilótico, tem uma verdadeira obsessão pelo seu discípulo e se sente ameaçado pela sua homossexualidade. Num certo momento, durante um violento duelo entre os dois, quando está perdendo a luta, Will dá um beijo na boca do seu adversário, então ele entra em pânico e foge angustiado resmungando: “a bicha me beijou...”
É tocante a forma como o autor situa a orientação sexual de Will Rabjohns em todo o romance. Sacramento é uma inteligente metáfora sobre a condição homossexual nos últimos anos do século 20, inserida numa apaixonante aventura de terror e suspense. No final do romance, depois de uma batalha cruel com seres sobrenaturais Will tem a alma separada do corpo por alguns momentos. Então sua alma começa a vagar por Castro Street, a famosa rua gay de São Francisco, lotada com toda a variedade de tipos homossexuais, até encontrar a casa de um antigo amante que, cercado de amigos, está morrendo naquele momento. E só esse amante consegue ver a sua alma, antes do suspiro final. É lírico e comovente.
13.6.07
11.6.07
DECADENCE AVEC ELEGANCE - A imagem mais marcante do último Fashion-Rio foi a entrada triunfal do top model Felipe Hulse personificando a figura de Exu, na passarela do desfile da Complexo B. O estilista Beto Neves foi bem atrevido e transformou sua passarela num terreiro de macumba. Enquanto os modelos da agência 40 Graus desfilavam, a cantora Rita Ribeiro acompanhada de um percussionista e de uma base dance pré-gravada entoava cânticos da umbanda e do candoblé. Exótico, bonito, elegante... E com um espírito brasileiro.
Na passarela a coleção de verão era exibida com referências aos santos das religiões de origem afro. Nas roupas e adereços a presença de Oxalá, Xangô, Iemanjá, Oxossi e Oxum. A espada de Ogum, o São Jorge do candoblé, marcou presença nas estampas, assim como desenhos de Iemanjá nas camisas imaculadamente brancas. A cabocla Jurema também foi lembrada nas t-shirts vermelhas usadas com calça comprida verde.
A coleção foi batizada de O reino de Oxalá - A marca dos orixás na cultura brasileira. Beto Neves esclarece que seu compromisso é menos com a religião e mais com o esforço de construir uma moda que se abra também e, sobretudo, para a cultura popular de raiz, da qual faz parte o sincretismo religioso. A nova coleção traz formas para quem pode e deseja estar com calças "skiny". Camisas com tecidos elásticos. Há camisetas over, com três ou quatro tamanhos acima, calças de judô ou de capoeira para momentos de lazer e calças de prega com cintura um pouco mais alta, além de coletes que funcionam como coringa ou couraça.
As estampas fazem, óbvio, referencia à iconografia dos orixás, caboclos e pretos-velhos. A cor predominante é a branca, tradicionalmente associada a Oxalá, orixá maior que é identificado com Jesus Cristo no sincretismo religioso, mas há pinceladas das outras cores associadas aos demais orixás e aos elementos da natureza que eles representam: vermelho (guerra), azul (mares), amarelo (ouro e riquezas) e verde (matas).
Na passarela a coleção de verão era exibida com referências aos santos das religiões de origem afro. Nas roupas e adereços a presença de Oxalá, Xangô, Iemanjá, Oxossi e Oxum. A espada de Ogum, o São Jorge do candoblé, marcou presença nas estampas, assim como desenhos de Iemanjá nas camisas imaculadamente brancas. A cabocla Jurema também foi lembrada nas t-shirts vermelhas usadas com calça comprida verde.
A coleção foi batizada de O reino de Oxalá - A marca dos orixás na cultura brasileira. Beto Neves esclarece que seu compromisso é menos com a religião e mais com o esforço de construir uma moda que se abra também e, sobretudo, para a cultura popular de raiz, da qual faz parte o sincretismo religioso. A nova coleção traz formas para quem pode e deseja estar com calças "skiny". Camisas com tecidos elásticos. Há camisetas over, com três ou quatro tamanhos acima, calças de judô ou de capoeira para momentos de lazer e calças de prega com cintura um pouco mais alta, além de coletes que funcionam como coringa ou couraça.
As estampas fazem, óbvio, referencia à iconografia dos orixás, caboclos e pretos-velhos. A cor predominante é a branca, tradicionalmente associada a Oxalá, orixá maior que é identificado com Jesus Cristo no sincretismo religioso, mas há pinceladas das outras cores associadas aos demais orixás e aos elementos da natureza que eles representam: vermelho (guerra), azul (mares), amarelo (ouro e riquezas) e verde (matas).
8.6.07
DECADENCE AVEC ELEGANCE - Pela quarta vez vi Gisele Bundchen na passarela da semana de moda carioca. Ela é um acontecimento. Linda, glamurosa. E é divertido ver a excitação do povo da moda com a presença dela no pedaço. Todos querem ver a Gisele como que querendo decifrar o enigma que existe por trás do seu sucesso e beleza. Qual será o segredo de Gisele? Jorge Ben Jor, que estava na primeira fila, talvez consiga decifrar.
"Eu não vejo a menor graça nas roupas da Colcci", bradou a elegante Tânia Caldas diante do empurra-empurra na enorme fila para entrar no desfile. Acho que ela tem razão, pelo menos no que diz respeito a coleção desse ano. As roupas eram até funcionais, mas acho que faltou um "styling" de responsa.
Roupas bacanas mesmo quem mostrou foi uma grife chamada DTA. Nunca tinha ouvido falar nessa marca. Entrei na tenda onde rolava o desfile por puro acaso e fiquei muito bem impressionado com o que vi. As roupas tinham o mesmo perfil das roupas da Colcci, só que eram mil vezes mais criativas e elegantes. Havia um conceito de moda muito consistente embutido na coleção.
Ninguém, na moda carioca, define com mais precisão o conceito de "elegância" do que a estilista Lenny Niemeyer. Mesmo trabalhando com um universo muito restrito, a moda-praia, é ela quem determina a moda mais elegante do Fashion Rio. Seus maiôs e biquines são exibidos com o requinte de quem está apresentando um desfile da alta costura parisiense. Ela nunca erra. As modelos, a maquiagem, a postura, o styling... Está tudo no lugar certo.
DECADENCE AVEC ELEGANCE - Cores suaves foram a marca da coleção primavera-verão nos 25 anos da Sandpiper. Foi a coleção mais cool já criada por Napoleão Fonyat. "O nosso verão 2008 será bem suave, sóbrio e maduro. Um verão para refletir sobre a existência, a vida e a natureza", disse o estilista depois do desfile, baforando um autêntico charuto cubano. Napoleão é uma personalidade da moda carioca e sua moda reflete o que ele é e o que ele vive: o surfe, o estilo de vida à beira-mar, a ponte aérea Arpoador-Bali-Havaí-California, a paixão pela natureza, o hedonismo, a solidareidade e o amor ao próximo.
Quase como um amuleto Paulo Zulu está sempre presente na passarela da Sandpiper. Hoje em dia Zulu só desfila para o amigo Napoleão já que anda afastado do mundo da moda, vivendo numa praia paradisíaca em Santa Catarina com a mulher e os dois filhos. A cada entrada na passarela Zulu provacava gritos e assobios da multidão que lotou a tenda do desfile. "O público não me esquece", dizia Zulu visivelmente emocionado com o carinho da galera. E quem poderia esquecer alguém tão doce e belo? Mesmo sendo um ícone fashion Paulo Zulu nunca se conrrompeu. Mesmo trabalhando num mundo que cultiva a vaidade, o ego, a competição e o dinheiro ele conseguiu se manter puro.
O sorriso cativante de Dado Dolabella também se fez presente na passarela da Sandpiper. O ator mostrou que sabe interpretar o papel de modelo.
Na primeira fila do desfile um encontro de gênios das artes marciais: Rickson Gracie e Flavio Canto. Rickson a lenda do jiu-jitsu e Flavio o herói do judô. Emotivos, os atletas não conseguiram disfarçar a emoção quando posaram para fotos em frente a passarela, sob os aplausos do público. Flavio Canto, que também pratica jiu-jitsu, disse que Rickson sempre foi um exemplo para ele. Semana que vem Flavio embarca para a França, uma potência mundial no judô, onde vai ficar concentrado, treinando para o PAN.
Rickson Gracie está sempre atento ao mundo da moda. O atleta que divide o seu tempo entre o Rio e Los Angeles, onde tem uma conceituada academia, sempre que pode vai assistir aos desfiles do Fashion Rio. "Eu gosto de moda. Acho uma importante forma de expressão cultural e artistica" disse. Ícone fashion ele já posou para fotos do celebrado fotografo Bruce Weber. Aproveitando sua estada na semana carioca de moda a jornalista Adriana Bechara o entrevistou para a Vogue.
"Eu não vejo a menor graça nas roupas da Colcci", bradou a elegante Tânia Caldas diante do empurra-empurra na enorme fila para entrar no desfile. Acho que ela tem razão, pelo menos no que diz respeito a coleção desse ano. As roupas eram até funcionais, mas acho que faltou um "styling" de responsa.
Roupas bacanas mesmo quem mostrou foi uma grife chamada DTA. Nunca tinha ouvido falar nessa marca. Entrei na tenda onde rolava o desfile por puro acaso e fiquei muito bem impressionado com o que vi. As roupas tinham o mesmo perfil das roupas da Colcci, só que eram mil vezes mais criativas e elegantes. Havia um conceito de moda muito consistente embutido na coleção.
Ninguém, na moda carioca, define com mais precisão o conceito de "elegância" do que a estilista Lenny Niemeyer. Mesmo trabalhando com um universo muito restrito, a moda-praia, é ela quem determina a moda mais elegante do Fashion Rio. Seus maiôs e biquines são exibidos com o requinte de quem está apresentando um desfile da alta costura parisiense. Ela nunca erra. As modelos, a maquiagem, a postura, o styling... Está tudo no lugar certo.
DECADENCE AVEC ELEGANCE - Cores suaves foram a marca da coleção primavera-verão nos 25 anos da Sandpiper. Foi a coleção mais cool já criada por Napoleão Fonyat. "O nosso verão 2008 será bem suave, sóbrio e maduro. Um verão para refletir sobre a existência, a vida e a natureza", disse o estilista depois do desfile, baforando um autêntico charuto cubano. Napoleão é uma personalidade da moda carioca e sua moda reflete o que ele é e o que ele vive: o surfe, o estilo de vida à beira-mar, a ponte aérea Arpoador-Bali-Havaí-California, a paixão pela natureza, o hedonismo, a solidareidade e o amor ao próximo.
Quase como um amuleto Paulo Zulu está sempre presente na passarela da Sandpiper. Hoje em dia Zulu só desfila para o amigo Napoleão já que anda afastado do mundo da moda, vivendo numa praia paradisíaca em Santa Catarina com a mulher e os dois filhos. A cada entrada na passarela Zulu provacava gritos e assobios da multidão que lotou a tenda do desfile. "O público não me esquece", dizia Zulu visivelmente emocionado com o carinho da galera. E quem poderia esquecer alguém tão doce e belo? Mesmo sendo um ícone fashion Paulo Zulu nunca se conrrompeu. Mesmo trabalhando num mundo que cultiva a vaidade, o ego, a competição e o dinheiro ele conseguiu se manter puro.
O sorriso cativante de Dado Dolabella também se fez presente na passarela da Sandpiper. O ator mostrou que sabe interpretar o papel de modelo.
Na primeira fila do desfile um encontro de gênios das artes marciais: Rickson Gracie e Flavio Canto. Rickson a lenda do jiu-jitsu e Flavio o herói do judô. Emotivos, os atletas não conseguiram disfarçar a emoção quando posaram para fotos em frente a passarela, sob os aplausos do público. Flavio Canto, que também pratica jiu-jitsu, disse que Rickson sempre foi um exemplo para ele. Semana que vem Flavio embarca para a França, uma potência mundial no judô, onde vai ficar concentrado, treinando para o PAN.
Rickson Gracie está sempre atento ao mundo da moda. O atleta que divide o seu tempo entre o Rio e Los Angeles, onde tem uma conceituada academia, sempre que pode vai assistir aos desfiles do Fashion Rio. "Eu gosto de moda. Acho uma importante forma de expressão cultural e artistica" disse. Ícone fashion ele já posou para fotos do celebrado fotografo Bruce Weber. Aproveitando sua estada na semana carioca de moda a jornalista Adriana Bechara o entrevistou para a Vogue.
4.6.07
DECADENCE AVEC ELEGANCE - Deu tudo certo no desfile da REDLEY no Forte Copacabana. A manhã de sol e o incrível visual do lugar foram perfeitos para o desfile. Fashionistas de vários matizes ficaram encantados com a bela vista para a praia do Arpoador, já que a passarela foi montada bem perto da praia. Iesa Rodrigues não se cansava de elogiar o acerto na escolha do lugar para fazer o desfile. Júnior de Paula, Augusto Bezerril e Elle Alves concordavam com ela.
O conjunto de calça e camisa usados por João Veluttini foi o mais cobiçado pelo público masculino. A roupa, fina e elegante, era em várias tonalidades de azul, fazendo um bonito degradê. As bermudas cáquis com estampas inspiradas em cartas de baralho também fizeram sucesso. As meninas usavam vestidinhos brancos de linho que exalavam um ar primaveril. Nota dez.
O assunto mais comentado nos bastidores do desfile foi a festa que Napoleão Fonyat fez em seu apartamento em Ipanema, tendo como homenageada a Erika Palomino, que lançava uma nova edição da sua revista KEY. O boss estilista da Sandpiper arrasou como anfitrião e mestre de cerimônias. O desfile da Sandpiper é na próxima quinta, tendo, como sempre, os belos Paulo Zulu e André Rezende como maiores atrações.
Vitor Dzenk era um dos mais animados na platéia do desfile da REDLEY. "Que lugar lindo! Nunca tinha vindo aqui. O Rio está sempre me surpeendendo", me disse o estilista mineiro. Acompanhado de um amigo francês, Dzenk convidava a todos para o seu desfile no Fashion Rio na terça. "Minha coleção primavera-verão terá como tema o Rio de Janeiro e seus ícones", avisava ele excitadíssimo com o início da maratona de modas.
O traficante Marcelo PQD também foi assunto nas rodas de conversas dos fashionistas gays. "Vocês viram o corpitcho do bofe?", perguntava uma bichinha assanhada a um grupo de amigos. "Com aquele corpo fantástico ele poderia faturar horrores na Termas 117. Que sabe poderia até ser descoberto pelo Calvin Klein que não sai de lá". Venenosa!
O conjunto de calça e camisa usados por João Veluttini foi o mais cobiçado pelo público masculino. A roupa, fina e elegante, era em várias tonalidades de azul, fazendo um bonito degradê. As bermudas cáquis com estampas inspiradas em cartas de baralho também fizeram sucesso. As meninas usavam vestidinhos brancos de linho que exalavam um ar primaveril. Nota dez.
O assunto mais comentado nos bastidores do desfile foi a festa que Napoleão Fonyat fez em seu apartamento em Ipanema, tendo como homenageada a Erika Palomino, que lançava uma nova edição da sua revista KEY. O boss estilista da Sandpiper arrasou como anfitrião e mestre de cerimônias. O desfile da Sandpiper é na próxima quinta, tendo, como sempre, os belos Paulo Zulu e André Rezende como maiores atrações.
Vitor Dzenk era um dos mais animados na platéia do desfile da REDLEY. "Que lugar lindo! Nunca tinha vindo aqui. O Rio está sempre me surpeendendo", me disse o estilista mineiro. Acompanhado de um amigo francês, Dzenk convidava a todos para o seu desfile no Fashion Rio na terça. "Minha coleção primavera-verão terá como tema o Rio de Janeiro e seus ícones", avisava ele excitadíssimo com o início da maratona de modas.
O traficante Marcelo PQD também foi assunto nas rodas de conversas dos fashionistas gays. "Vocês viram o corpitcho do bofe?", perguntava uma bichinha assanhada a um grupo de amigos. "Com aquele corpo fantástico ele poderia faturar horrores na Termas 117. Que sabe poderia até ser descoberto pelo Calvin Klein que não sai de lá". Venenosa!
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